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Links mascarados da semana

1. Indiano constrói cobertura que coloca todas as coberturas no chinelo2. Uma pequena confusão3. O parto foi um sucesso!4. O preço dessa moto está uma mamata5. Quando a sinceridades passa dos limites6. O Brasileiro é um bicho vira lata mesmo7. Um de coragem8. Obama X Trump no campeonato de tampas9. A vantagem de usar objetos […]


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Links da semana #297

Uma mãe muito suspeitaOs segredos mais absurdos do Programa João Kleber!29 filmes de guerra que você precisa assistir antes de morrerUm cara de coragemObama X Trump no campeonato de tampasA peculiar e surpreendente história de amor de Francisco e JosefinaA mulher que tentou contar uma piada mas teve um ataque de riso incontrolávelA disputa por […]


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Enquanto Bolsonaro não cai, Globo vai reprisar grandes impeachments

PLANALTAZO – “Haja acordão, amigo!”, exclama um empolgado Galvão Bueno, nas chamadas para a nova série de reprises da Rede Globo. Depois de reprisar as grandes vitórias da seleção brasileira, a emissora anunciou a exibição de impeachments históricos enquanto não chega a vez de transmitir ao vivo o  impedimento de Jair Bolsonaro. “E daí? Eu sou Messias mas não faço grade de televisão, tá ok?”, respondeu o futuro ex-presidente quando questionado sobre as exibições.



Foram resgatados registros dos processos de Getúlio Vargas, Fernando Collor de Mello, Dilma Rousseff e até mesmo de grandes escretes internacionais. “Dependendo do tempo que levar até a vez do Bolsonaro, poderemos exibir as tentativas de impeachment de Bill Clinton e Donald Trump”, antecipou Galvão. “Mas há uma resistência dos anunciantes, pois jogo em zero  zero não costuma dar ibope.” Em último caso, a Globo pode exibir o impeachment de Eurico Miranda no Vasco e de Rogerio “Bambu”, ex-presidente da Estopim da Fiel, torcida organizada do Corinthians.


Os processos antigos serão exibidos aos domingos, antes do Faustão, com comentários do eterno Roberto Jefferson, o locutor dos impeachments de 1992 e 2006, que fez fama com o bordão “Pode tudo, Arnaldo!”. Galvão Bueno promete emoção: “Isso é para quem gosta de jogo pegado, cheio de infração, que termina com o juiz apontando para o Centrão do gramado!”

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Depois de viralizar nas redes, Bolsonaro viraliza nas ruas

DISTANCIAMENTO PSICO-SOCIAL – “Não eram resultados positivos que vocês queriam do governo? Então, pessoal aqui vai dar muito resultado positivo daqui a pouco, tá ok?”, brincou o presidente Jair Bolsonaro, depois de limpar o nariz, espirrar, tossir, lamber um corrimão e então apertar a mão de uma idosa. “O Carlos já toca o gabinete do ódio, agora eu estou lançando o gabinete do óbito. Não pode só ficar nas redes, tem que ir pra rua!”



Após a polêmica, a tropa de choque do governo entrou em campo para minimizar os danos. “Dizem que todo brasileiro é um técnico de futebol, então todo brasileiro tem histórico de atleta, o que ajuda nesse caso desse vírus chinês”, disse Eduardo Bolsonaro quando questionado se não temia possíveis e prováveis contaminações. “É até por conta disso que o governo tá pensando em lançar um Gatorade sabor cloroquina. Quem sabe com isso essa CBF comunista volta a marcar jogo de futebol.”


Pelo Twitter, o presidente americano Donald Trump citou o médico Anthony Fauci num elogio à viralização analógica proporcionada por Bolsonaro. “O Fauci sempre insistiu que a cloroquina só poderia ser receitada depois de um estudo em larga escala. O que o presidente Jair Bolsonaro está fazendo é um serviço não ao Brasil, mas ao mundo, ao oferecer um plantel considerável para que possamos testar a droga. Um mártir da ciência. Tremendous guy.”


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Nióbio: “essa cloroquina é uma vagabunda e vai acabar com a vida dele”


Ferido. Trocado. É assim que o nióbio de sente depois que a cloroquina ganhou o coração de Bolsonaro. Fã de heavy metal, o elemento tem passado os dias ouvindo música sertaneja e amaldiçoando Bolsonaro.




“Ele se empolgou mas pode sofrer uma decepção mas não adianta me procurar porque eu não vou estar de braços abertos esperando por ele”, disse o nióbio.




Nada que já não tivesse acontecido antes. “Ele já tinha se empolgado pelo Trump mas eu fiz vista grossa. Agora acabou”.




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