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Mais 10 dos mais terríveis acidentes da Fórmula 1

Alguns terríveis acidentes da Fórmula 1 ficaram para a história e decidimos fazer mais uma série de 10 acidentes que marcaram a categoria.


10 . Rubens Barrichello, em Imola


terríveis acidentes da Fórmula 1


Em um dos finais de semana mais macabros da história da Fórmula 1, Rubens Barrichello participou de um milagre.


Vindo de bons resultados, vice-líder do campeonato e totalmente motivado, Barrichello chegou rápido demais na Variante Baixa, levantando voo ao tocar na zebra, batendo forte nos pneus, capotando e parando praticamente de ponta-cabeça.


Os fiscais de prova chegaram rápido e viraram o carro, evidenciando que Rubens Barrichello estava inconsciente, afinal, sua cabeça balançou fortemente e bateu na borda do cockpit.


Ele foi atendido pelo experiente Sid Watkins, que falou ao brasileiro que ele morreu por 6 minutos, tendo engolido a própria língua por causa do impacto de 60Gs, o equivalente a 6 toneladas e meia.


Apesar da violência gráfica do acidente, Rubinho “só” luxou uma costela e teve uma pequena fratura no nariz.


09 . Mika Hakkinen, em Adelaide



Hakkinen ficou em quarto lugar no primeiro treino livre do circuito de Adelaide, onde o grid era decidido depois de duas sessões, uma na sexta e a outra no sábado.


Na sua primeira volta lançada, Mika Hakkinen iniciou o que seria o pior acidente de sua carreira, quando o pneu esquerdo traseiro de sua McLaren estourou na curva Brewery.


O carro descontrolado do finlandês decolou numa zebra alta que demarcava a parte externa da entrada da reta, permaneceu rodando e bateu numa barreira de pneus.


A cabeça de Mika Hakkinen chacoalhou várias vezes antes de bater com violência assustadora no volante.


Hakkinen fraturou o crânio, teve hemorragia interna e um bloqueio das vias aéreas que exigiu uma cirurgia de emergência na pista para permitir que ele respirasse.


Ele foi colocado em coma induzido e operado para drenar a hemorragia que podia provocar pressão intracraniana, mas depois que acordou, não teve vida fácil, ficando por 2 meses no hospital tendo uma rotina cruel de recuperação baseada em remédios, cirurgias e testes que, no final das contas, o deixaram sem nenhuma sequela.


Em 1998 e 1999 ele sagrou-se bi-campeão da F1.


08 . Roland Ratzenberger, em Ímola



Ratzenberger vinha a mais de 300km/h na curva Villeneuve durante os treinos classificatórios para o GP de San Marino quando a asa dianteira de sua Simtek soltou-se abruptamente.


Roland Ratzenberger atingiu o muro a 314,9 km/h com uma violência que custou sua vida, pois o acidente provocou fraturas múltiplas no crânio e no pescoço do piloto.


Segundo a FIA, o piloto só morreu ao chegar no hospital Maggiore de Bolonha, mas investigadores afirmaram que o piloto faleceu dentro do circuito, situação que cancelaria a prova, pois as leis italianas preveem que se um piloto morre durante um evento esportivo, é necessário cancelar a prova para promover investigações.


Como a prova não foi cancelada, Ayrton Senna participou dela e morreu tragicamente chocando-se contra o muro na famosa curva Tamburello.


07 . Riccardo Paletti, em Montreal



O grande sonho de Riccardo Paletti era o de pilotar na Fórmula 1, sonho este que foi abreviado muito cedo.


Com o patrocínio da Pioneer, o piloto nascido em 1958 conquistou uma vaga numa pequena equipe italiana chamada Osella, equipe pela qual ele largou no Grande Prêmio do Canadá no dia 13 de junho de 1982.


Os olhos do mundo naquele momento estavam voltados para a Copa do Mundo na Espanha e o ânimo do autódromo não era dos melhores, afinal, Gilles Villeneuve passava a dar o nome do autódromo de Montreal naquele dia, pois tinha morrido recentemente num acidente na Bélgica um mês antes.


Didier Pironi, que conseguiu a pole position naquele dia, deixou a sua Ferrari morrer por conta da demora para o acendimento das luzes vermelhas e verdes. Ele tentou desesperadamente avisar a organização da prova que seu carro não estava pronto para a largada, mas foi ignorado.


Com a largada autorizada, quem vinha atrás desviou do jeito que deu, mas Raul Boesel atingiu as rodas de Pironi, assim como Eliseo Salazar e Jochen Mass que entraram na bagunça.


Paletti estava a 150 km/h e bateu de frente com Pironi, fazendo com que sua Osella fosse compactada, esmagando seu tórax. Pironi tentou ajudar Paletti, mas o carro do italiano explodiu em chamas.


Corajoso, Pironi ajudou os bombeiros a apagar o fogo da Osella.


Os resgatistas demoraram 25 minutos para tirar Riccardo Paletti das ferragens e o levaram de helicóptero para o hospital, onde já chegou morto, 2 dias antes de completar 24 anos.


06 . Elio de Angelis, em Castellet



Elio de Angelis pilotava sua Brabham-BMW de 1986, o BT55 Skate, no circuito Paul Ricard, quando a asa traseira do carro soltou enquanto ele estava em altíssima velocidade.


O carro com design bastante radical, com um assento extremamente baixo, perdeu tração traseira, capotou sobre uma barreira e pegou fogo.


De Angelis ficou preso dentro das ferragens do carro enquanto era asfixiado pelo gás que o fogo provocava, tendo sido prejudicado pela falta de fiscais na pista e a demora do helicóptero que o resgatou.


Apesar do fogo, o italiano teve “apenas” uma clavícula quebrada e queimaduras leves nas costas, mas a fumaça o prejudicou muito, provocando sua morte no hospital de Marselha 29 horas depois.


Seu lugar na equipe Brabham foi ocupado por Derek Warwick, pois o inglês foi o único piloto desempregado que não ligou imediatamente para Ecclestone, perguntando se havia vaga após a morte de Elio de Angelis.


05 . Roger Williamson, em Zandvoort



Jackie Stewart dizia que correr em Zandvoort era como andar numa corda bamba sobre uma banheira de gasolina com um charuto aceso.


O Grande Prêmio dos Países Baixos era extremamente inseguro e ficou fora do calendário em 1972 para reformas nas barreiras e áreas de escape.


No ano seguinte, em 29 de julho de 1973, Emerson Fittipaldi abandonava a corrida por não aguentar as fortes dores que desenvolveu após um acidente que sofreu nos treinos do dia anterior, mas Williamson, que largou em 18º seguia seu rumo em uma boa corrida para ele, onde pulou para 13º lugar logo nas primeiras voltas e aventou a hipótese de estar entre os 10 primeiros colocados.


Um pneu traseiro estourando no “S” de alta velocidade de Hondevlak destruiria não apenas seus sonhos, mas também sua vida.


A explosão provocada pelo pneu da March fez com que ele batesse no guard rail, virasse, se arrastasse pela pista e prendesse o piloto dentro do cockpit.


David Purley, que vinha logo atrás, parou seu carro para tentar desvirar o carro de Williamson, mas sem sucesso. Um único fiscal de pista chegou com um extintor para acabar com as chamas, mas era muito pouco. Purley pegou o extintor das mãos do fiscal para tentar apagar as chamas enquanto Williamson gritava por socorro, mas foi inútil e ele decidiu acenar para que os outros pilotos parassem, também sem obter sucesso.


Uma infeliz decisão do diretor de prova foi decisiva para a morte de Williamson.


Ao ver um piloto de capacete na pista, ele decidiu por não chamar auxílio de bombeiros no momento, pois confundiu David Purley com Roger Williamson naquela hora.


Quando o caminhão de bombeiros chegou para apagar as chamas, era tarde demais. Williamson já estava morto por asfixia e seu colega, David Purley, permaneceu perambulando em volta do seu carro totalmente desnorteado.


Roger Williamson tinha apenas 25 anos.


04 . Jochen Rindt, em Monza



Emerson Fittipaldi foi incumbido de amaciar uma Lotus 72 novinha e entregá-la a Rindt, mas durante os treinos ele acabou perdendo o ponto de freada na Parabólica, atingiu outro carro e destruiu a máquina, por sorte, sem sofrer ferimentos.


Por este motivo, Jochen Rindt, aos 27 anos e líder absoluto no campeonato daquele ano, teve que correr com um carro bem rodado e que foi modificado nas asas dianteiras e traseiras, ganhando 800 giros e ficando mais veloz.


Nos treinos de sábado, na mesma curva em que Emerson Fittipaldi bateu, Jochen Rindt perdeu o controle do carro e bateu num guard rail mal instalado na área de escape.


Como ele utilizava o cinto de quatro pontos ao invés do cinto de cinco, tática adotada para facilitar a fuga do carro em caso de incêndio, ele “escorreu” para a parte da frente do cockpit e foi enforcado pelo cinto.


Apesar de ter sido resgatado rapidamente, nada pode ser feito.


Seu óbito foi confirmado mais tarde no Hospital La Guardia de Milão.


No GP dos Estados Unidos, em Watkins Glen, com o atraso do candidato ao título, Jacky Ickx nos boxes, a quebra do motor de Jackie Stewart e o reabastecimento de Pedro Rodriguez, Emerson Fittipaldi garantiu a dianteira da prova, dando a primeira vitória do Brasil na Fórmula 1 e o título póstumo a Jochen Rindt, situação que desejamos que nunca mais se repita na categoria.


03 . Martin Donnelly, no GP da Espanha



Um dos acidentes mais violentos já ocorridos na Fórmula 1 não foi filmado, mas as fotos e vídeos posteriores ao ocorrido são aterradoras.


No dia 28 de setembro de 1990 Donnelly pilotava sua Lotus-Lamborghini no circuito de Jerez de la Frontera, na Espanha, quando perdeu o controle na curva Ferrari e atingiu o guard rail.


O carro de Martin Donnelly partiu ao meio, fazendo com que o corpo do piloto voasse e caísse no meio da pista, com o piloto desacordado e as pernas trançadas.


Nelson Piquet, um dos maiores pilotos da história, vinha logo atrás e desviou a tempo de não atropelar o corpo estendido no chão.


O Doutor Sid Watkins, médico oficial da Fórmula 1, agiu rapidamente, ressuscitando Donnelly de uma parada cardíaca.


Ele teve traumatismo craniano, fraturas na perna direita, no fêmur da perna esquerda, na clavícula direita, na tíbia, na fíbula, lesões nos pulmões e também no pescoço.


Apesar da gravidade do acidente, depois de uma longa recuperação, ele voltou a trabalhar com o que amava, o automobilismo.


02 . François Cevert, em Watkins Glen



Em 6 de outubro de 1973 a carreira e os olhos azuis de François Cevert deixavam de brilhar.


O homem que era considerado um galã por muitas fãs da Fórmula 1 e que seria o substituto de Jackie Stewart como número 1 da equipe Tyrrell foi vítima de um guard rail mal montado em Watkins Glen.


Jack Stewart iria se aposentar após o final daquela corrida e passar o bastão para Cevert, um dos poucos que sabia que o tricampeão iria pendurar o volante.


Albert François Cevert Goldenberg perdeu o controle do carro em uma curva e avançou violentamente sobre um guard rail. O problema é que o guard rail estava sem uma das suas 3 partes naquela parte do circuito, justamente a de baixo, o que fez com que seu carro entrasse embaixo dos ferros, fazendo com que a parte de cima decepasse a cabeça do piloto e destruísse o restante do seu corpo, um acidente selvagem.


Emerson Fittipaldi, que viu o resultado do acidente, foi para os boxes inconsolável e Jackie Stewart, amigo de Cevert, abandonou as pistas naquele momento, não correndo pela centésima vez naquele final de semana.


01 . Helmuth Koinigg, em Watkins Glen



Um ano depois da trágica morte de Cevert, o mundo da Fórmula 1 seria assombrado novamente por uma morte trágica provocada por um guard rail.


A Surtees de Helmuth Koinigg perdeu o controle no mesmo local em que Cevert perdeu, entre as curvas 3 e 4, conhecidas como “The Esses”, fazendo que o piloto passasse reto até atingir um guard rail que o decapitou.


A cabeça do jovem de 25 anos foi encontrada alguns metros adiante.


O brasileiro Emerson Fittipaldi sagrou-se bi-campeão da categoria neste dia.


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10 dos piores acidentes já registrados na Fórmula 1

O acidente de Romain Grosjean na Fórmula 1 fez com que lembrássemos que alguns dos piores acidentes da F1 vitimaram grandes pilotos.


Sabemos que foram centenas deles, mas aqui nós temos 10 dos mais violentos da história.


piores acidentes

A Ferrari de Gilles Villeneuve destruída após um violento acidente


Apesar de terem diminuído consideravelmente com o tempo, é comum que batidas violentas na F1 causem fraturas de ossos, comprometimento de órgãos, amputações e até mesmo a morte de pilotos, o que é uma lástima, mas é parte de um dos esportes mais competitivos do mundo.


Dito isto, bora pra lista!


10 . O acidente de Jules Bianchi em Suzuka – 2014


No dia 5 de outubro de 2014, no GP de Suzuka, Adrian Sutil sofreu um acidente que precisou do auxílio de um trator para que o seu carro fosse retirado do local.


Enquanto o trator fazia a retirada da Sauber de Sutil, na volta 44, Jules Bianchi veio com muita velocidade e bateu em cheio no trator.


Bianchi foi levado ao Hospital Universitário de Mie, em Yokkaichi e a prova foi encerrada antes do horário previsto.


Jules Bianchi sofreu uma lesão anoxal difusa, que é quando o cérebro se move violentamente dentro do crânio e ficou em estado vegetativo.


Ele foi homenageado na corrida seguinte, no Grande Prêmio da Rússia e a sua equipe, a Marussia, decidiu não substituí-lo.


Jules Bianchi ficou internado no Japão por quase 2 meses até ser transferido para Nice, cidade francesa, quando seu quadro clínico foi estabilizado.


Na madrugada do dia 17 de julho de 2015, Jules Bianchi morreu.



09 . O acidente de Robert Kubica em Montreal – 2007


Considerado um novo talento da F1 na época, Kubica ocupava o 8º lugar do Grande Prêmio do Canadá até a 23ª volta, quando alcançou o 6º lugar após Fernando Alonso (McLaren) e Nico Rosberg (Williams) entrarem nos boxes para o primeiro pit stop depois que o safety car entrou na pista.


Ao invés de aproveitar a bandeira amarela e chamar Kubica para os boxes, a Sauber preferiu esperar, fazendo com que o piloto caísse para a 15ª posição.


Após a relargada, Kubica foi pra cima de Jarno Trulli, que também tinha perdido algumas posições por causa de decisões anteriores.


Em uma tentativa de ultrapassagem na freada do hairpin, o carro de Kubica tocou o de Trulli, provocando a perda do controle da Sauber, que acertou um degrau na área de escape, voou violentamente contra um muro, atravessou a pista capotando e atingiu o guard-rail até parar de lado.


A destruição do carro foi tão grande que era possível ver os pés de Robert Kubica expostos na frente destruída do carro.


A batida de 300,13 km/h parecia fatal, mas não foi o que aconteceu, pois o piloto polonês teve apenas uma concussão cerebral e um machucado no tornozelo direito, verdadeiros arranhões se formos considerar o que aconteceu.



08 . O acidente de Michael Schumacher em Silverstone – 1999


O acidente mais grave de Michael Schumacher nas pistas aconteceu no GP de Silverstone, na Grã- Bretanha.


No dia 11 de julho de 1999, em Silverstone, os freios da Ferrari do até então bi-campeão mundial falharam na aproximação para a curva Stowe logo na primeira volta.


Seu carro atingiu de frente a proteção de pneus, o que fez com que o alemão quebrasse uma das pernas e ficasse 6 corridas longe das pistas.


Schumacher brigava de forma muito contundente pela liderança do campeonato contra o também lendário Mika Hakkinen, mas o acidente o impossibilitou de impedir a vitória do finlandês naquele ano.



07 . O acidente de Wolfgang von Trips em Monza – 1961


O nobre Wolfgang Alexander Albert Eduard Maximilian Reichsgraf Berghe von Trips chegou a Monza como franco candidato ao título de Campeão Mundial daquele ano.


Liderando o campeonato com 33 pontos, ele seria campeão se vencesse aquela corrida e seu companheiro de equipe, Hill, não subisse no pódio.


Mal sabia ele que aquele grande prêmio seria seu último.


Von Trips largou em primeiro lugar naquele dia, deixando seu parceiro de equipe e rival na 4ª colocação no grid de largada.


Ao largarem, isso mudou drasticamente, com Hill pulando para a primeira colocação e Von Trips caindo para 6º.


Desesperado para recuperar posições, Von Trips tentou passar Jim Clark na reta que leva para a Curva Parabolica e acabou tocando na Lotus.


O carro de Von Trips virou para a esquerda e voou sobre a tela que separava o público da pista.


O piloto foi ejetado da sua Ferrari, morrendo na hora e dando fim a vida de 15 espectadores que foram atingidos pelo seu carro.


Hill terminou a prova em 1º, sagrando-se campeão com uma prova de antecedência.


Anos depois, o kartódromo construído em 1961 por Wolfgang von Trips foi comprado por um pedreiro especialista na construção de chaminés de nome Rolf.


Os filhos de Rolf deram as suas primeiras aceleradas em karts nesta pista e mais tarde sagrariam-se pilotos famosos, seus nomes eram Michael e Ralf Schumacher.



06 . O acidente de Gilles Villeneuve em Zolder – 1982


Com menos de 10 minutos para o fim do treino em Zolder, o carro de Villeneuve vinha em boa velocidade quando se deparou com o March de Jochen Mass em uma velocidade muito baixa.


Ao ver a Ferrari se aproximando em velocidade alta, o alemão decidiu mover seu carro para a direita para permitir que Villeneuve passasse, mas Villeneuve moveu-se na mesma direção para executar a ultrapassagem e a tragédia aconteceu.


A Ferrari atingiu a traseira da March, lançando a Ferrari no ar por mais de 100 metros a uma velocidade próxima dos 250km/h, batendo no chão e desintegrando-se em pedaços.


Ainda preso a seu assento, mas já sem capacete, Villeneuve foi arremessado em torno de 50 metros adiante dos destroços do seu carro, caindo rente à cerca de proteção da borda externa da curva Terlamenbocht.


Villeneuve foi levado para o Hospital Universitário St. Raphael em Louvain, onde foi ligado a um aparelho de suporte vital que o manteve vivo até a chegada de sua esposa e filhos, mas pouco pode ser feito.


Sua morte foi declarada às 21h12 daquele dia.



05 . O acidente de Ronnie Peterson em Monza – 1978


Uma nova tecnologia estava sendo colocada em prática em Monza naquele dia e esta tecnologia não tinha como dar mais errado.


Naquele Grande Prêmio, o diretor de prova Gianni Restelli tinha que ligar a luz verde para permitir que os carros começassem a corrida.


O problema foi que ele se atrapalhou, pois os primeiros carros já estavam parados após a corrida de apresentação, mas os carros de trás ainda estavam em movimento quando ele acionou o dispositivo que ligava a luz verde, fazendo com que os carros que vinham atrás viessem em velocidade muito maior que os que estavam na frente.


A tragédia estava pronta.


Vindo da sexta fila, Riccardo Patrese (Arrows) tocou o carro de James Junt (McLaren), e o inglês acertou a Lotus de Ronnie Peterson, que bateu de frente no guard-rail interno e explodiu em chamas. Um pneu voou e acertou a cabeça de Vittorio Brambilla (Surtees). Patrick Depailler, Didier Pironi, Carlos Reutemann, Clay Regazzoni, Brett Lunger e Hans Stuck também foram envolvidos no acidente de proporção assustadora.


Os bombeiros foram rápidos ao apagar o fogo da Lotus de Peterson, que estava com algumas queimaduras, mas com múltiplas fraturas nas pernas.


Ronnie Peterson foi retirado do carro por Hunt, Regazzoni e Depailler e não gerava tanta preocupação quanto Brambilla, que estava desacordado e com traumatismo craniano.


Peterson foi deitado consciente na pista e depois no gramado enquanto seu colega, Hunt, o distraía para que o sueco não visse suas pernas fraturadas.


Posteriormente Ronnie Peterson foi levado para o hospital, onde foi constatado 8 pontos de fratura na sua perna esquerda e 4 pontos de fratura na direita, além do risco de amputação no pé direito.


Apesar da tentativa de salvar Peterson, ele acabou falecendo no hospital por conta de uma embolia gordurosa.



04 . O acidente do Grande Prêmio da África do Sul – 1977


Alguns incidentes tristes marcam a Fórmula 1 ao longo dos seus anos e neste dia um destes incidentes aconteceu.


Renzo Zorzi, piloto italiano da Shadow-Ford, enfrentava alguns problemas mecânicos com seu carro e precisou parar na reta dos boxes.


Ao ver Renzo se debatendo para sair do carro que já estava em chamas, fiscais de prova decidiram correr para ajudá-lo. Um dos fiscais conseguiu alcançar o carro, mas o fiscal que vinha atrás, Frederik Jansen van Vuuren, foi atingido pelo carro de Tom Pryce.


Pryce, que não tinha visibilidade para ver Frederik, foi atingido pelo extintor que o fiscal levava, morrendo na hora e fazendo com que seu carro acelerasse até o final da reta, batendo no muro, retornando para a pista e acertando Jacques Laffite.


O corpo de Frederik Jansen ficou irreconhecível.


Uma verdadeira tragédia.



03 . A queda no mar em Mônaco – 1955


Na 82ª volta do GP de Mônaco, Alberto Ascari vinha firme para assumir a ponta após a quebra de Fangio na 50ª volta.


Ele vinha, mas não conseguiu, pois o italiano acabou errando na chicane, voando por cima do guard-rail e caindo no Mar Mediterrâneo.


Apesar do susto, Ascari conseguiu nadar até ser salvo, tendo quebrado apenas o nariz.


Uma semana depois, aos 36 anos, ele faleceu ao testar um protótipo da Ferrari no circuito de Monza.



02 . O desastre do Grande Prêmio da Alemanha – 1976


O circuito de Nürburgring já vitimou 5 pilotos na parte que corta a Floresta Negra alemã e, por este motivo, ficou conhecido como Green Hell.


A quase morte de Niki Lauda naquele ano aposentou o local.


Fazendo a segunda volta do circuito, Niki Lauda perdeu o controle da sua Ferrari ao passar pela zona de Bergwerk, com a hipótese mais aceita até hoje sendo a de quebra na suspensão.


Ele bateu forte no guard-rail, voltando para o meio da pista e incendiando-se instantaneamente.


Como desgraça pouca é bobagem, a Surtees do americano Brett Lunger o atingiu.


Lunger, Arturo Merzário, Harld Ertl e Guy Edwards juntaram-se para salvar a vida de Lauda, que sobreviveu, mas carregou a marca do acidente por toda a sua vida.



01 . O acidente cruel de Ayrton Senna do Brasil – 1994


A 7ª volta do Grande Prêmio de San Marino foi a última da vida do brasileiro Ayrton Senna.


Sua algoz seria a famosa curva Tamburello, onde Nelson Piquet e Berger haviam batido em anos anteriores.


Senna perdeu o controle do carro, seguindo reto até chocar-se com violência imensa contra um muro de concreto.


A telemetria mostrou que ele conseguiu diminuir a sua velocidade de 300km/h para 200km/h, mas isso não foi o suficiente para salvar sua vida.


Senna ainda mexeu a cabeça por alguns instantes e isso deu esperanças aos brasileiros e fãs do esporte no mundo, mas aquilo foi apenas um reflexo da lesão fatal que sofrera.


Ainda no carro, Senna foi atendido por Sid Watkins e levado de helicóptero para o Hospital Maggiore de Bolonha, onde morreu poucas horas depois.


Um dos piores acidentes da história do nosso país que aconteceu em outro continente.



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Motorista filma o momento exato em que seu carro é atingido por um tornado

MEU DEUS DUDU CÉU, imagina o cagaço que o motorista não passou? O caso aconteceu em Boisheim, na Alemanha.



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