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Resultado da busca por: "Pavê ou pacumê"

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REPETENTE | PARAFERNALHA

Imagina se um dia a gente repetisse o ano por ir mal. Mas eu não tô falando da escola, eu tô falando da vida. Oportunidades desperdiçadas, tretas sem necessidade, não ajudar quem precisa, e fazer piadas do tipo "pavê ou pacumê" na mesa da família. Se isso fosse uma realidade, em que ano você estaria, seu repetente?

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FICHA TÉCNICA:

Produtora: Massiv
Head de Projetos Especiais: Rafael Nascimento
Assistente de Projetos Especiais: Guilherme Resende
Direção de Conteúdo: Rafael Castro
Roteiro: Rafael Castro
Diretora: Camille Frambach
Assistente de Direção: Leonan Pacífico
Diretora de Produção: Alessandra Bezerra
Produção: Natã Lamego e Jonas Mourilhe
Analista de Planejamento Audiovisual: Vitor Hugo Faria
Coordenadora de Arte: Caroline Viana
Arte: Tay Binder
Maquiagem: Duda Sodré
Pós Produção: Massiv
Montagem:
Colorista:
Som direto: Renan Sodré - Overloud Studios
Elenco: Victor Lamoglia, Thaís Belchior e Cézar Maracujá

Pesquisa revela: genro folgado já é mais odiado do que o tiozão do pavê

Relações familiares nunca são fáceis. O cunhado não paga a dívida. A tia solteira pergunta se os sobrinhos não estão namorando. A criança avisa a bisavó que ela já está quase indo para o céu. Uma pesquisa recente da Universidade de Massachussets do Brasil mapeou os parentes mais odiados nas famílias do país.


O resultado surpreendeu. Líder até dez anos atrás, o tiozão do pavê, responsável pelas piadas mais infames nas festas familiares, perdeu o posto para outra figura: o genro folgado. “É aquele que usa as roupas do sogro sem perguntar, fala gracinhas íntimas para a filha dele sem pudor e ainda cisma de chamá-lo de pai”, explica o coordenador do estudo, Mathias Coelho.


O filme Tinha que ser ele, com James Franco e Bryan Cranston, é o exemplo perfeito desta relação. No longa-metragem, que estreia nesta quinta-feira, dia 16, o pai vai visitar a filha que estuda em outra cidade e conhece o namorado dela: um jovem bilionário da internet completamente sem noção.


O pesquisador Mathias Coelho explica que há, inclusive, uma conexão entre os dois primeiros colocados da pesquisa. “O genro folgado de hoje será o tiozão do pavê de amanhã”, revela. Já dá para imaginar James Franco daqui a uns anos perguntando “É pavê ou pacumê?


Veja o trailer




Crise é tão grande que nem Tiozão do Pavê fez piada na noite de Natal

A família Guimarães passou a noite de Natal perplexa. Genival, o tiozão do Pavê deles desde 1985, não fez a tradicional piada quando as sobremesas da ceia chegaram. Dispensou a piada e o pavê. Limitou-se a se servir de pudim de leite e sentar no sofá, mudo. Também não contou piadas sexistas e passou a noite sem qualquer trocadilho idiota.


É a crise. Servidor público estadual, Genival está sem receber. Teve que vender seu Chevette 89 e não conseguiu comprar presentes para nenhum dos sobrinhos. “A noite de Natal sem a piada do pavê ou pacumê não é a mesma”, diz Rafael Pereira, 21 anos, um de seus sobrinhos. “Esperamos que ano que vem as coisas melhores e ele volte a fazer essa piada tão idiota, porque noite de Natal sem piada do pavê é pior do que sem rabanada”.



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