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Sol entrou em Áries. Veja o que muda em sua vida com a chegada do Ano Novo Astrológico

Hoje, 20 de março, às 13h16, o sol entrou no signo de Áries. O momento marcou também o início do outono no hemisfério sul (e primavera no norte) e comemora-se o que é chamado de Ano Novo Astrológico, uma vez que em Áries, o “primeiro” signo, começa a roda zodiacal. De acordo com algumas correntes de astrologia tradicionais, cada ano astrológico é regido por um planeta. Desta vez, Saturno, planeta que nos regia no ano anterior, passa o bastão para Júpiter.


Júpiter é o planeta que nos traz prosperidade, expansão, sorte, desenvolvimento, fé, gratidão, lei, honra, conhecimento especializado, generosidade, ética, moral, otimismo e expansão mental e espiritual. Júpiter, no entanto, se encontra retrógrado e a retrogradação de um planeta faz com que sua energia aja de forma muito mais subjetiva.


Com a entrada do sol em Áries, uma energia intensa, explosiva e transparente paira sobre nós. Será um ano de extremos, e por isso é importante que estejamos conscientes, otimistas e gratos, ou Júpiter pode expandir nossa dor, nossa mágoa e ressentimento. Entendeu? Nem a gente.


Essas informações são da página Vibes Astrológicas, que entende melhor que a gente. Aqui no Sensacionalista, listamos, de maneira bem simples, dez coisas que realmente irão mudar com a chegada do Sol em Áries, nesse novo ano astrológico:


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Senta que lá vem história















































Porrãn Cid!!! Agora tá explicado pq vc não salva ninguém! hahahahaha

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Hacker de Watch Dogs 2 desinstala Baidu e ganha o Nobel

O protagonista do game Watch Dogs 2 foi anunciado pela Academia Sueca como o ganhador do prêmio Nobel de Tecnologia de 2016 na manhã de hoje. O hacker Marcus Holloway venceu após ter desinstalado completamente o software Baidu, que instala dezenas de malwares oportunistas no computador.


“No game Watch Dogs ele consegue dominar toda a cidade usando o celular, mas desinstalar o Baidu de um PC é algo novo. Equivale a enxugar todo oceano Atlântico com uma toalha de rosto”, disse o presidente do comitê do prêmio, Thorbjørn Jagland. “Isso porque a cada vez que você desinstala, ele se instala dez vezes de novo. Tivemos notícias até de casos em que o programa dava uma gargalhada e xingava a mãe do usuário que tentava desinstalá-lo.”


No ano anterior, Marcus já havia concorrido ao prêmio Nobel por descobrir como bloquear os emails do Linkedin. Na nota em que aceitou o prêmio, ele disse que seu próximo projeto será hackear os sites de notícia para trocar todo o conteúdo deles pelo do Sensacionalista. “Mas posso tentar outra coisa, uma vez que já está difícil saber qual é qual”, completou.



Tim Maia e Roberto Carlos: A melhor história de todas

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Texto copiado na íntegra do blog do André Barcinski

Em meio a esse bafafá sobre as mudanças que a Rede Globo fez no especial sobre Tim Maia, adicionando elogios ao “Rei”, ninguém lembrou uma das melhores histórias envolvendo os dois personagens.

O caso está em meu livro “Pavões Misteriosos – 1974-1983: A Explosão da Música Pop no Brasil” (Editora Três Estrelas) e me foi contado por Ritchie, personagem central do imbróglio.

Só para situar o leitor, o caso aconteceu no meio dos anos 1980. Em 1983, Ritchie havia lançado o LP “Vôo de Coração”, pela CBS. Somando as vendas do LP e do compacto de “Menina Veneno”, Ritchie se tornara o artista de maior sucesso do Brasil entre 1983 e 1984. Até então, apenas um artista brasileiro vendera mais discos que Roberto Carlos: os Secos e Molhados, em 1974. Mas nenhum artista da gravadora de Roberto, a CBS, o tirara do topo do pódio, e isso, segundo Tim Maia, teria causado uma reação fulminante por parte do “Rei”.

Aqui vai o trecho de “Pavões” em que o “Síndico” explica a Ritchie como funcionam as coisas no mundo encantado de Roberto Carlos:

O futuro parecia promissor para Ritchie: rico, famoso, e com um contrato de mais três discos com a CBS. Mas uma série de desentendimentos e crises acabaria por prejudicar sua carreira. Depois do sucesso de “Vôo de Coração”, ele nunca mais teria um LP entre os 50 mais vendidos do ano no Brasil. Quando foi gravar o segundo disco, “E a Vida Continua”, o cantor sentiu certa má vontade por parte da CBS. “Eles não divulgaram o disco, não pareciam interessados.” A música de trabalho, “A Mulher Invisível”, outra parceria com Bernardo Vilhena, fez sucesso nas rádios, mas logo sumiu das paradas. O LP vendeu 100 mil cópias, uma boa marca, mas pálida em comparação ao 1,2 milhão de “Vôo de Coração”. O disco seguinte, “Circular”, vendeu menos ainda: 60 mil.

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Ritchie ficou perplexo. Não entendia como havia passado, em tão pouco tempo, de prioridade a um estorvo na CBS. Até que leu uma entrevista de Tim Maia à revista “IstoÉ”, em que o “Síndico” afirmava que Roberto Carlos, o maior nome da gravadora, havia “puxado o tapete” de Ritchie. “Eu não podia acreditar. O Roberto sempre foi muito carinhoso comigo, sempre fez questão de me receber no camarim dele, sempre me tratou muito bem. Até hoje, não acredito que isso tenha partido do Roberto.”

Um dia, Ritchie foi cumprimentar Tim Maia depois de um show no Canecão. O camarim estava lotado. Assim que viu Ritchie, Tim gritou: “Agora todo mundo pra fora, que vou receber meu amigo Ritchie, o homem que foi derrubado da CBS pelo Roberto Carlos”. Claudio Condé, da CBS, nega: “Isso é viagem. O Roberto nunca teve esse tipo de ciúme”.

Para piorar a situação, Ritchie havia comprado briga com outro peso-pesado da indústria da música: Chacrinha. Por um bom tempo, o cantor havia participado dos playbacks que o Velho Guerreiro promovia em clubes do subúrbio do Rio de Janeiro, mas essas apresentações começaram, gradativamente, a atrapalhar a agenda de shows de Ritchie. “O filho do Chacrinha, Leleco, marcou um playback comigo, a Alcione e o Sidney Magal no estacionamento de um shopping, mas eu tinha um show de verdade em Belo Horizonte, e meu empresário disse que eu não poderia comparecer.”

Resultado: Ritchie passou a ter cada vez mais dificuldades em aparecer na TV e viu notinhas maliciosas plantadas em colunas musicais. Uma delas dizia: “O artista inglês Ritchie, tão bem acolhido pelos brasileiros, se recusa a trabalhar com artistas brasileiros”. “Fiquei puto da vida.” Em janeiro de 1985, Ritchie, o maior vendedor de discos do Brasil no ano anterior, foi ignorado pelo Rock in Rio. “Aquilo me deixou arrasado. Lembro que um dos organizadores do festival deu uma declaração de que eu ‘nem brasileiro era’. Como pode uma coisa dessas?”

Ritchie estava tão por baixo na CBS que a gravadora concordou em rescindir seu contrato, mesmo faltando um disco. O cantor assinou com a Polygram e lançou, em 1987, o compacto de “Transas”, tema da novela global “Roda de Fogo”. “Transas” vendeu muito bem, mas o primeiro LP pela Polygram, “Loucura e Mágica”, não passou de 25 mil cópias. Em três anos, Ritchie fora de maior astro do Brasil a fracasso de vendas, tornando-se um exemplo marcante da efemeridade dos fenômenos pop.

Anos depois, quando fazia um show em Angra dos Reis, o cantor foi procurado por um homem, que se apresentou como radialista e lhe disse: “Há anos quero te contar um caso: quando você lançou ‘A Mulher Invisível’, aconteceu algo que eu nunca tinha presenciado em mais de 30 anos trabalhando em rádio: eu ganhei um jabá da sua própria gravadora para não tocar sua música!”.

O post Tim Maia e Roberto Carlos: A melhor história de todas apareceu primeiro em Sedentário & Hiperativo.

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