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PM não para e prova que no Rio até greve é feita de má vontade e corpo mole

A polícia militar do Rio de Janeiro trabalhou hoje normalmente. A anunciada greve acabou não acontecendo e o carioca mais uma vez provou que não faz aquilo que combina com os amigos.


“De noite teve aquela coisa de “passa lá na greve amanhã” e ninguém não foi. Todo mundo trabalhando normalmente e até mais”, disse um policial.


Para deixar a greve ainda pior, fez sol. “Tu acha que eu ia fazer greve com um sol desses? Fui à praia, claro. Que greve o quê?”.



Garçons conseguem liminar na Justiça para não fotografar clientes

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O sindicato dos garçons do Espírito Santo conseguiu na Justiça uma liminar garantindo que os garçons não sejam obrigados a fazerem fotografias dos clientes em bares e restaurantes da Grande Vitória.  Segundo o presidente do SINGARÇON-ES, Edemilson Oliveira Nunes, “hoje os garçons são importunados por clientes exibicionistas que roubam nosso tempo com pedidos de fotos. Não somos fotógrafos. Somos garçons. Eles pedem pra gente fazer um milhão de fotos depois não deixam nem os 10% na hora de pagar a conta”.


Natanael Gusmão tem 67 anos e é garçom há 50 anos. Ele disse que teve que aprender a ‘mexer em celular’ para se adaptar a realidade do mercado. Natanael emocionado confessa “tem seis meses que aprendi a tirar retrato com celular dos clientes. Quando eu dizia que não sabia mexer em celular eles diziam que eu ‘tava’ com má vontade e era melhor eu me aposentar”.


Juninho Santana é um garçom atento ao perfil psicológico dos clientes é taxativo ao dizer: “é muita falsidade deste povo. Canso de ver casal que senta na mesa e não troca um sorriso, mas fica fazendo pose de casal feliz pra postar no facebook. Já teve cliente que pediu pra tirar foto de garrafa de vinho que nem bebeu só pra tirar onda. Tem que acabar com esta palhaçada mesmo”.


Os donos de bares e restaurantes vão recorrer da decisão judicial expedida no dia 20/12/2014. Por enquanto a norma vigente é que o garçom que for obrigado pelo estabelecimento comercial a fazer fotografias de clientes poderá acionar a Justiça por desvio de função. Clientes que insistirem no pedido poderão ser enquadrados por constrangimento funcional e responder civilmente por dano moral.


VEJA TAMBÉM: Se você acredita em Deus assista este vídeo. Irá mudar de ideia imediatamente depois de assistir. 




ACONTECEU COMIGO #55


Olá Gi! Ao ler esta seção no blog, me deu uma vontade e coragem de contar a minha história. Peço discrição!


Aconteceu há 2 anos atrás, eu fui fazer uma viagem para outro país em missão com uma ONG. Levamos roupas, comidas e etc. Nesta viagem conheci uma mulher, vou chamá-la de Adriana.


Sou casado há 10 anos e tenho uma filha de 3. Mas nessa viagem, fui sozinho e não tinha intenção nenhuma de trair minha esposa. Já no país vizinhos, os diretores da ONG separou as equipes e as distribuiu por cidades. Eu fiquei na mesma equipe da Adriana, solteira, sorriso encantador, loira, seios fartos… etc.


Na ida para esse país, nos conhecemos e até então não tinha rolado interesse algum, no entanto ela ficou na mesma equipe que eu e começamos a trabalhar juntos. Nos conhecemos melhor e não sei se por carência, acabei me envolvendo. Então resolvi procurá-la e abrir o jogo e aí que foi o B.O., ela disse que estava envolvida também. Eu fiquei surpreso, mas ao mesmo tempo com um tesão muito forte.


Lá no país, não rolou nada, mas na volta para o Brasil, dentro do ônibus, eu me sentei ao lado dela e acabou rolando toques, eu masturbei ela e ela retribuiu. Rolou até um oralzinho maroto.


Já em casa, começamos a nos relacionar no Facebook e foi aí que descobri que a mina estava apaixonada por mim. Ela mora numa cidade vizinha da minha. Uma hora de viagem daqui de casa. Então uma belo dia, resolvi arriscar e fui encontrá-la. Ela não saía dos meus pensamentos.


Nesse dia, peguei emprestado o carro de um amigo meu e fui encontrar com ela. Peguei ela em casa e a chamei para ir nem motel, mas ela disse que não precisava e me indicou um caminho no meio do mato, o famoso “matel”. Transamos dentro do carro e foi uma loucura só. Ali começou uma história de muito sexo.


Adriana fazia de tudo, oral, anal, podia gozar na boca dela e ainda gostava de uns tapas na cara, era meio hardcore o sexo com ela. No início fiquei louco por ela, nunca senti tanto tesão na minha vida. Porém com o passar dos dias, comecei a ficar incomodado com ela. Minha esposa é na base do carinho, Adriana era na base da força. Minha esposa é muito puritana, nunca fizemos anal. As duas são completamente diferentes. O sexo com a Adriana, começou a ficar cansativo, sempre eu tinha que arrumar um carro emprestado, inventar desculpas para sair de casa, fora a preocupação da minha mulher descobrir e o fato que a Adriana começou a querer me ver frenquentemente.


Nunca achei que fosse dizer isso, mas comecei a não gostar mais de transar com a Adriana. Talvez eu não me enquadre nesse “selvagerismo” todo.


Então resolvi terminar este relacionamento extra conjugal. Mas a merda é que a Adriana se diz apaixonada e não me deixa em paz, última conversa que tivemos ela disse que irei me arrepender de dizer não a ela. Cara, no início eu curtia o sexo com ela, mas esse estilo hardcore não me agrada, tentei mudar um pouco, mas ela não curte de outro jeito. E eu não tenho sentimentos por ela, tinha apenas tesão.


Não sei o que fazer, amo minha mulher e estamos bem conjugalmente. Sexo agora, só com a minha esposa. Mas confesso que estou com medo da Adriana fazer algo para prejudicar o meu casamento. Ela não aceita o término e eu não sei o que fazer.


Bom, essa é a minha história. Se tiver algum desfecho e as coisas complicarem, volto e conto para vocês.


Abraços Gi


 - anônimo


 

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