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PIORES TIPOS DE ENTREGADORES | PARAFERNALHA

Quantas vezes quando você era criança ouviu dos mais velhos "não aceite nada de estranhos"?
Mas aí você cresce, se torna uma pessoa preguiçosa e acha que vai resolver todos os seus problemas fazendo um simples pedido no aplicativo. É nessas horas que o universo resolve se vingar levando até você os piores entregadores possíveis!
Aproveita esse momento e avalia aqui pra gente qual o tipo de entregador mais curioso que você já recebeu.

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FICHA TÉCNICA:

Elenco: Thais Belchior, Amanda Orestes, Jorge Hissa, Digão Ribeiro, Lipe Dal-Cól, Fábio Nunes, Camillo Borges
Direção: Dan Lessa
Roteiro: Daniel Mendonça
Produção: Jonas Mourilhe
Arte/Figurino: Vinícius Pugliese
Assistente de Direção/Fotografia: Bruno Lopes
Técnico de som direto: Ton Oliveira - Overloud Estúdio
Edição: Marco Hartmann
Direção Geral: Marina Croce
Coordenador de Produto: Jonas Mourilh
Analista de Projetos Especiais: Guilherme Resende
Redes Sociais: Thayane Fernandes
Produtora: Webedia/Massiv
Produção Executiva: Camilla Maresca
Coordenação de Produção: Alina Lyra
Coordenação de Direção: Fernando Leal
Coordenação de Arte: Caroline Viana
Coordenação de Pós-produção: Jorge Barreto
Coordenação de Social Media: Diogo Ferreira

19 atletas que perderam suas medalhas por diferentes razões

Atletas que perderam medalhas após vencê-las nas Olimpíadas ficam marcados na história pelos piores motivos possíveis e nós elencamos isso aqui.


2004: Tyler Hamilton, Estados Unidos


atletas que perderam


Tyler Hamilton é um ex-ciclista de estrada americano que competiu nos Jogos Olímpicos de Atenas no ano de 2004.


Ele caiu num doping curioso quando encontraram sangue de uma outra pessoa em sua corrente sanguínea.


Depois do ocorrido, ele admitiu que praticou inúmeras formas de doping e denunciou seu ex-companheiro de equipe, Lance Armstrong.


No ano de 2012 o COI pediu a ele que devolvesse sua medalha.


1972: Rick Demont, Estados Unidos



Rick DeMont é um ex-nadador americano que competiu nos Jogos Olímpicos de Verão de 1972, em Munique.


Com apenas 16 anos, ele ganhou a medalha de ouro nos 400 metros livres masculino e se classificou para representar os Estados Unidos. DeMont tinha asma e tomava um remédio chamado Marax, que continha uma substância proibida. Ele foi desqualificado e proibido de competir em quaisquer outros eventos.


1964: Marika Kilius e Hans-Jürgen Bäumler, Alemanha



Kilius e Bäumler competiram na patinação nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1964 na Áustria. Eles ganharam a medalha de prata na patinação artística, mas por causa de sua participação profissional no show Holiday on Ice antes dos Jogos, eles violaram as regras de amadorismo do COI. Embora suas medalhas tenham sido confiscadas por um tempo, elas foram devolvidos mais tarde, depois de 1987.


2000: Andreea R?ducan, Romênia



Andreea R?ducan é uma ex-ginasta que representou a Romênia nos Jogos Olímpicos do ano 2000 com apenas 16 anos.


Enquanto ela ganhava a medalha de ouro na competição feminina geral, testou positivo para uma substância proibida que foi encontrada em remédio para resfriado, que foi dado a ela pelo médico da equipe.


Apesar de ela ter sido posteriormente considerada inocente de doping e o médico ter sido proibido de trabalhar nos Jogos de 2004 e 2008, sua medalha não foi devolvida.


2000: Dong Fangxiao, China



Dong Fangxiao competiu nos Jogos Olímpicos de Sydney em 2000, onde sua equipe de ginástica ganhou a medalha de bronze pela China. Ela tinha apenas 14 anos e por este motivo, não podia competir. Por causa disso, ela foi desclassificada dos jogos olímpicos.


2000: Revezamento 4×400 masculino, Estados Unidos



Atletas que perderam são também dos Estados Unidos.


Jerome Young, Michael Johnson, Antonio Pettigrew, Angelo Taylor, Alvin Harrison e Calvin Harrison competiram nos Jogos Olímpicos de Sydney em 2000 e tiveram suas medalhas de ouro retidas, devolvidas e retidas novamente. Jerome Young caiu no doping, então toda a equipe teve suas medalhas retidas, mas como ele não correu com o resto da equipe na final, eles recuperaram suas medalhas. No final de 2008, Antonio Pettigrew admitiu usar melhoradores de desempenho, então toda a equipe foi desclassificada … de novo.


1998: Ross Rebagliati, Canadá



Ross Rebagliati competiu nos Jogos Olímpicos de Inverno de Nagano em 1998 e ganhou a medalha de ouro para o Canadá na modalidade de slalom gigante masculino.


No entanto, ele testou positivo para THC, então eles o desqualificaram, apesar do THC não ser uma substância proibida.


Por causa disso, a Associação Olímpica Canadense determinou que o COI não tinha autoridade para retirar a medalha por esse motivo, então eles tiveram que devolvê-la. Dois meses após os jogos, maconha foi colocada no hall de substâncias proibidas.


2008: Ara Abrahamian, Suécia



Dos atletas que perderam as medalhas, muitos são suecos.


Ara Abrahamian é um lutador armênio sueco que competiu nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008.


Depois de contestar a decisão do juiz durante uma semifinal, ele ganhou uma medalha de bronze, mas a tirou durante a cerimônia, colocou-a no tatame e saiu.


O Comitê Olímpico Internacional (COI) retirou sua medalha e o baniu para sempre.


1952: Ingemar Johansson, Suécia



Ingemar Johansson foi um boxeador sueco que competiu nos Jogos Olímpicos de Helsinque em 1952.


Ele competiu nos Jogos aos 19 anos e chegou até a disputa pela medalha de ouro, mas foi desclassificado por passividade (basicamente bloqueava mais do que socava) para cansar o oponente. No entanto, sua medalha de prata acabou sendo reintegrada em 1982.


2000: Marion Jones, Estados Unidos



A cada duas Olimpíadas, um atleta de atletismo domina completamente as pistas. Essa foi a americana Marion Jones em 2000, quando ela destruiu os melhores atletas do mundo.


Em 2005 e 2006, porém, o velocista foi pego no escândalo dos esteróides BALCO. Em 2007, ela admitiu que estava usando esteróides durante os jogos e perdeu suas várias medalhas.


2008: Tony André Hansen, Noruega



Os humanos não são os únicos testados para drogas ilegais nas Olimpíadas. Os cavalos que competem nas provas equestres também são examinados e, nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, o cavalo Camiro, montado pelo norueguês Tony André Hansen, apresentou resultado positivo para capsaicina.


Embora comumente usada para ferimentos leves em uma pomada tópica feita de pimenta, a capsaicina pode ser um estimulante e, portanto, está na lista de substâncias proibidas pelas Olimpíadas. Hansen e Camiro haviam conquistado o bronze em um evento de salto, mas perderam a medalha.


2012: Nadezhda Ostapchuk, Bielorrússia



Nadezhda Ostapchuk é uma atiradora da Bielorrússia que competiu nos Jogos Olímpicos de Londres de 2012.


Aparentemente, seu treinador admitiu que adulterou sua comida com uma substância proibida porque pensou que não estaria em seu sistema na época de seus exames de drogas.


Ela ganhou uma medalha de ouro, mas não passou no de drogas, resultando em sua desqualificação dos Jogos, recebendo uma proibição de um ano e suas medalhas sendo retiradas dos Jogos de 2012 e 2008.


1968: Hans-Gunnar Liljenwall, Suécia



Hans-Gunnar Liljenwall competiu na parte de tiro do pentatlo nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968 no México. Embora sua equipe tenha conquistado a medalha de bronze, ele bebeu antes de competir, e a equipe foi forçada a devolver as medalhas, apesar do álcool não ser uma substância proibida na época.


Os Jogos de 1968 foram os primeiros a introduzir o teste de drogas, e Liljenwall foi a primeira pessoa a ser desqualificada por isso.


2000: Izabela Dragneva, Bulgária



Izabela Dragneva é uma levantadora de peso búlgara aposentada que também competiu nos Jogos Olímpicos de 2000. Ela ganhou a medalha de ouro, tornando-se a primeira mulher na história olímpica a vencer uma competição de levantamento de peso. Mas depois que ela e outros membros da equipe de levantamento de peso da Bulgária não passaram nos testes de drogas, toda a equipe foi desqualificada e suspensa da competição por um ano.


2014: Alexandr Zubkov e Alexey Voyevoda, Rússia



Os jogos olímpicos de 2014 aconteceram em Sochi, na Rússia. O presidente Vladimir Putin aproveitou os jogos como uma oportunidade para mostrar a força de seus atletas no cenário mundial.


A equipe russa de trenó dominou os eventos, vencendo as provas de dois e quatro homens. Ambos os atletas da dupla Alexandr Zubkov e Alexey Voyevoda foram reprovados nos testes para uso de drogas. Os dois infratores também faziam parte da equipe de quatro homens.


2018: Time de Curling Misto, Rússia



A seleção russa de curling misto levou para casa a medalha de bronze durante as últimas Olimpíadas de Inverno, que aconteceram em Pyeongchang, na Coreia do Sul. O membro masculino da equipe, Alexander Krushelnitskiy, testou positivo para o medicamento meldonium. Sua medalha foi retirada em fevereiro de 2018.


1992: Ibragim Samadov, União Soviética



Ibragim Samadov é um ex-levantador de peso checheno que representou a União Soviética nos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992. A disputa pela medalha de ouro foi tão disputada que eles precisaram de dois desempates, mas ambos deixaram Samadov em terceiro lugar com um bronze. Na cerimônia, ele largou a medalha no pódio e saiu, resultando na desqualificação da competição e na proibição vitalícia das Olimpíadas e da Federação Internacional de Halterofilismo.


2008: Cao Lei, China



Cao Lei é um levantador de peso de 74kg que veio da China. Ela foi uma competidora de destaque no esporte, levando para casa o ouro nos jogos de 2008 em Pequim. Depois de ser reprovada em um teste de drogas após as Olimpíadas, porém, sua medalha foi subtraída.


Lei não foi a única levantadora chinesa a perder sua honra. Ela se juntou a outros levantadores de peso chineses Chen Xiexia e Liu Chunhong, que também perderam as medalhas de ouro que haviam conquistado em seus jogos no país.


2000: Alexander Leipold, Alemanha



Na época em que o lutador alemão Alexander Leipold competiu nas Olimpíadas de 2000, ele era um veterano experiente no esporte. Os jogos de 2000 foram sua 4ª participação competindo, fora as 11 vezes que ele venceu o campeonato alemão.


Leipold fez o torneio de sua vida em 2000 e venceu suas partidas. Após a vitória da medalha de ouro, porém, os resultados de seu doping deram positivo. Devido ao manuseio incorreto de sua amostra de urina, Leipold só foi banido da competição internacional por um ano.


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Elevando o ciúme a um novo patamar


O ataque de ciúme platônico já é uma realidade.


A pessoa que você está flertando nesse momento pode estar afastando toda a concorrência e você nem tem ideia disso…

Netflix lança documentário sobre a vida de Schumacher

Um documentário sobre a vida de Schumacher será lançado na Netflix em 15 de setembro, não é claro se a situação atual dele será abordada.


vida de Schumacher


Michael Schumacher é um dos pilotos mais vitoriosos da história do automobilismo, tendo reinado por anos na F1, sendo heptacampeão da categoria.


O documentário apoiado pela família do piloto foi produzido pela alemã B | 14 Film, dirigido por Hanns-Bruno Kammertons, Vanessa Nöcker e Michael Wech, que também já fizeram um documentário sobre o tenista alemão Boris Becker, muito menos aclamado no Brasil.


Por conta da pandemia global de COVID-19, o filme sobre a vida de Schumacher teve seu lançamento adiado e traz depoimentos de Corinna Schumacher, esposa de Michael, dos filhos Gina e Mick, e do irmão, Ralf, também ex-piloto de Fórmula 1. Também há relatos de personalidades do esporte como Bernie Ecclestone, Jean Todt, Luca di Montezemolo, Flavio Briatore, Sebastian Vettel, Damon Hill, David Coulthard e Sebastian Vettel.


Sabine Kehm, empresária e assessora de imprensa da família de Michael Schumacher, exaltou a trajetória do heptacampeão e falou sobre o que o documentário representa para toda a família.


“Michael Schumacher redefiniu a imagem profissional de um piloto e estabeleceu novos padrões. Em sua busca pela perfeição, ele não poupou nem a si mesmo e nem sua equipe, levando-os aos maiores êxitos. Ele é admirado em todo o mundo por suas qualidades como líder. Encontrou a força para essa missão e o equilíbrio para se recarregar em casa, com sua família, que ele ama de forma idolatrada”, disse a alemã em comunicado sobre o lançamento do documentário.


“Para preservar sua esfera privada como uma fonte de força, ele sempre separou rigorosa e consistentemente sua vida privada da sua vida pública. Esse filme fala de dois mundos. É o presente da sua família para seu amado marido e pai”, declarou.


Vanessa Nöcker, uma das diretoras do documentário, disse que, apesar da chancela da família, a obra não vai esconder nada.


“O maior desafio para os diretores era certamente encontrar o equilíbrio entre os relatos independentes e a consideração pela família. A própria Corinna Schumacher foi nosso maior apoio nisso”, explicou Vanessa ao citar a esposa do ex-piloto.


“Ela mesma queria fazer um filme autêntico, mostrar Michael como ele é, com todos os seus altos e baixos, sem qualquer cobertura. Ela foi ótima e corajosa o bastante para nos deixar fazer o que queríamos, então respeitamos e mantivemos seus limites. Uma mulher muito inspiradora e calorosa que deixou uma impressão de resistência em todos nós”, comentou.


Benjamin Seikel, produtor do documentário, ficou feliz ao ver o alcance mundial do documentário.


“O documentário foi um grande desafio e exigiu muito tempo e sensibilidade, levando em conta a pressão que foi colocada sobre a produção. Mas, graças a uma ótima equipe e a uma ótima colaboração com a família, não nos deixamos abalar. Estamos gratos por ele finalmente estar em curso e animados com seu lançamento global na Netflix. O filme sempre teve como objetivo ser internacional e estamos confiantes de que ele vai ser considerado como tal”, afirmou.


A condição atual dele ainda é uma incógnita e não se sabe se ela será abordada no documentário.


Schumacher fez parte de alguns dos piores acidentes da história da F1.


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