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A triste história do garoto do bueiro de esgoto – Aconteceu Comigo

garoto do bueiro


Há tempos que acompanho o blog, primeiramente gostaria de parabenizá-la pelo trabalho, muito bom o blog. Hoje resolvi contar um fato que ocorreu comigo, que é motivo de trauma, um trauma que acho que nem psicólogo resolve kkkkk.


Quando eu tinha 16 anos fui visitar uma tia em outra cidade (passar a férias), ai você sabe, 16 anos, hormônios a flor da pele, até aí tudo bem. Uma semana na casa da minha tia, meu primo me chama pra sair com os amigos deles, no qual eles iriam encontrar umas garotas (ficantes), chegando à praça central da cidade os dois grupos se encontram, casais todos formados, só eu sozinho, ai começa a minha desgraça, uma das garotas resolve chamar outra para fazer par comigo, quando ela chega, pensa em um menina bonita, para vocês terem uma ideia eu acho que sou nota 6 no máximo, e a menina era nota 10. Nem sei como ela ficou comigo.. kkk


Conversa vai conversa vem, beijo para cá beijo para lá, ela me pede pra levar ela na casa dela e disse que os seus pais tinham viajado e ela estava sozinha, aí pensei, é hoje que entro para história, o “Malaquias” vai conhecer o que é mulher bonita de verdade, porra ganhei na loteria!!!


Levando ela para casa, passamos por uma rua escura, com pouca iluminação, e ela falando o tempo todo que gostaria que eu passasse a noite com ela, fiquei tão animado e eufórico que no meio do caminho tinha a droga de um bueiro de esgoto sem a tampa e não deu outra, o idiota aqui caiu dentro do bueiro e o resultado foi o pior: bombeiros, guria rindo, hospital e diversos pontos na perna e no final uma baita de uma cicatriz.


Passei o resto do mês na casa da minha tia sem sair de casa, morrendo de vergonha e pedindo para Deus nunca mais encontrar a garota de novo. Eu era moleque e lembro como se fosse hoje da guria rindo da minha cara. Foi triste. Perdi a foda com uma gata e virei motivo de zoeira na minha família. Todo fim de ano, a galera faz questão de lembrar da história e rir.


Bom, a história não termina aqui. Passou 12 anos do acontecido e no final do ano passado, fui visitar a família como de costume e lá fui encontrar com um amigo meu. A gente marcou de se encontrar no fim de semana.


Quando cheguei na casa dele, ele me pediu um favor, disse que estava saindo com uma garota e iria encontrar com ela a noite, mas chegou uma amiga dela e ela só sairia se arrumasse um par para essa amiga. E como amigo que é amigo não empaca a transa de outro amigo, topei.


Chegando no local advinha quem era a guria? Sim. A bendita de 12 anos atrás. Cara, tranquei o cu na hora que vi ela. Morri de vergonha e de medo dela lembrar de mim, fiz cara de lerdo como se não a conhecia (e ela mais bonita ainda).


Barzinho, cinema e fomos para casa do meu amigo, ele entrou com a ficante dele para o quarto e nós ficamos na sala, conversa vai conversa vem, começa a pegação, mas, quando a esmola é muita o santo desconfia… kkk estávamos num amasso danado, tirei a roupa dela e quando fui tirar a minha calça, ela viu a minha cicatriz e gritou:


– Lembrei de você. VOCÊ É O MENINO DO BUEIRO. Sabia que eu te conhecia de algum lugar.


E riu alto, vestiu a roupa e chamou a amiga dela no outro quarto. A amiga dela e meu amigo vieram e ela contou pra eles que eu era o garoto da história do bueiro. Todo mundo começou a rir. ¬¬


Esse meu amigo, não sabia da história. Agora eu virei de vez O GAROTO DO BUEIRO. KKKKK


Nem rolou mais nada depois. A foda de todo mundo foi empacada pela minha história.


O duro é que agora os meus amigos só me chamam de garoto do bueiro de esgoto.


Quem sabe no próximo fim de ano eu finalmente consiga transar com a gata. Ou talvez não era pra ser mesmo. Valeu galera


– anônimo


 


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O post A triste história do garoto do bueiro de esgoto – Aconteceu Comigo apareceu primeiro em Blog Insôônia.

ACONTECEU COMIGO #70

aconteceu-comigo1


Tudo começou quando finalmente consegui marcar um encontro com a garota dos meus sonhos. Caroline, uma loirinha linda, magra, com peitões e olhos azuis. Eu já estava no xaveco há muito tempo e nunca tinha conseguido nada, depois de quatro meses de papo furado no face eis que ela aceita sair comigo.


Pois bem, chegou o grande dia. Era uma sexta-feira, liguei pra ela para perguntar aonde ela queria ir, pois não tínhamos combinado um lugar ainda. Ela disse que não tinha nada em mente e que na hora víamos isso. Ok desliguei e tracei um plano perfeito em minha mente. Planejei levá-la num barzinho super chique aqui da cidade e pagaria tudo o que ela quisesse beber e depois iria embora por uma avenida cheia de motéis e parar na frente de um sem dizer nada. Comeria aquela loirinha de peitos grandes, meteria naquela bucetinha rosada sem parar e depois começaríamos a namorar e constituiria uma família com a mulher dos meus sonhos.


Tudo dando certo em minha vida, amigos! Meu pai me emprestou o carro e ainda me deu 300 reais. “Meu filhão caçula finalmente vai sair de casa em uma sexta à noite. E ainda com uma garota, toma aqui a chave do carro e mais trezentão pra farra”. 


Parecia que demorava 36 horas pra chegar às 22:00. Pra passar o tempo joguei uns games no PC, assisti sessão da tarde, comi umas bolachas recheadas e claro, dei uma fapada como nunca antes tamanha a minha felicidade. Também porque não queria gozar com 14 segundos de transa, logo como a minha deusa. Antes de sair ainda li alguns contos de sacanagem pra pegar algumas dicas.


São 21:30, banho tomado, perfumado, gel no cabelo, vejo se minhas camisinhas que ganhei na escola ano passado estavam no bolso e fui pra batalha. Meu pai estava radiante, até abriu e fechou o portão de casa pra mim.


Chego na casa dela, toco o interfone, ela diz que vai descer em alguns minutos. Nem acreditei quando ouvi isso vindo daquela boquinha doce que tanto imaginei colocar minha língua dentro. Fico ali olhando pra casa dos meus futuros sogros, imaginando eu indo ali frequentemente…


O portão automático se abre e sai um corolla novo de dentro, ele parou do meu lado e uma loira estava dirigindo. Era a mãe de Caroline e a coroa era linda. Uma verdadeira milf potranca! Fiquei agradecendo mentalmente a Deus pelos bons genes que ele deu a minha futura esposa.


A milf olhou pra mim com um sorriso e disse: “Você deve ser o amigo da Carol, né? Obrigado por acompanhá-las à festa. As meninas já estão descendo”. Respondi que não tinha problema nenhum e que seria uma honra fazer isso para a filha dela. Ela sai dirigindo para a rua e o portão se fecha.


Mas pera aí, ela disse “as meninas estão descendo?” ???? A Carol chamou as amigas para sair com a gente? Droga. Em seguida ouço a porta da casa se abrindo e de lá sai Caroline com seus cabelos loiros esvoaçando, um sorriso doce nos lábios… vi aquela cena em câmera lenta. Nem acreditava que aquela deusa de seios fartos e barriguinha tanquinho estava vindo em minha direção. Com ela mais três garotas que nunca tinha visto na vida.


Caroline chega e beija meu rosto e pergunta com a voz mais sensual do mundo: “Demorei muito?”. Respondi: Demorou nada. Elas entraram no carro, Caroline na frente e as amigas atrás.


Caroline abre o vidro e me fala: “vamos lindo, não quero me atrasar, hoje a pista vai ficar pequena.”. Que filha da puta, me programei para um encontro com ela e ela marcou de ir em uma festa. Queria ir embora, mas aquela voz tem controle sobre mim. Liguei o carro sem falar nada e saio andando, sem saber direito qual era o meu destino.


No carro com minha deusa Caroline e mais três vadias, duas amigas gostosas e uma gordinha cheia de maquiagem que tomou banho de perfume de pobre e misturou com suor. Fui sacaneado pela a minha deusa peituda.


Fui dirigindo calado, seguindo as coordenadas de Caroline, ouvindo atentamente aquela voz maravilhosa e observando de canto de olho aqueles peitos gigantes balançando em cada lombada ou buraco. As garotas falavam feito matracas, ficavam falando dos garotos e de quanto iam beber. Até que Caroline manda eu virar a esquina, pois tem que fazer algo antes.


Viro a esquina sem soltar um pio, continuo seguindo o caminho, quando percebo estávamos num beco fodido. Nunca entrei naquele bairro antes. Ela manda eu encostar. À frente tinha um grupo de meliantes olhando pro carro. Uma das vadias do banco de trás grita “ei Guidão,vem aqui”.


Guidão era um negão de 2 metros de altura. A mistura de banha com músculos começou a andar em direção ao carro, chega na janela e cumprimenta a amiga da Caroline. Eles se conheciam. Ela pergunta se ele tem “daquela”, ele responde que sim e diz que sempre tem. Pergunta quanto vai querer e a vadia diz “o de sempre”.



Porra, estavam negociando drogas do meu lado e trazendo para o carro do meu pai. Meu coração disparou. Não bastasse isso, eles finalizam a negociação e quando ligo o carro para ir embora, o tal do Guidão grita e pergunta se estávamos indo pra festa Alê. Caroline disse que sim.


As biscates estavam indo numa rave. Começo a pensar em um monte de desculpas para elas descerem, mas Guidão pergunta se pode ir com a gente e as ordinárias falam que sim sem nem perguntar pra mim.


Respondo que o carro está lotado, mas Caroline agarra meu braço, aqueles peitos gigantes roçando em mim, e diz: “Não tem problema se uma das meninas for no colo? Por favor”. Droga, não consigo dizer não para a minha deusa. Então concordei com a cabeça.


Guidão não satisfeito em só conseguir uma carona, ordena Caroline sentar atrás e manda eu pular pro lado, ele quis ir guiando. Paro e penso que não sabia onde estava e que se entrasse em rua errada ia ser metralhado por traficante, então aceitei. Guidão assume a direção e sai cantando pneu.


O arrependimento de ter saído começou ali. Eu no carro do meu pai, com quatro garotas, um traficante, indo pra uma rave e transportando drogas. O que eu fiz pra merecer isso?


No caminho, Guidão vira e pergunta se eu sei o por quê do apelido dele ser guidão. Respondo que não e ele diz que o pau dele é preto e do tamanho de um guidão de bicicleta. Que papo legal…


As vadias começam a cheirar no carro ainda. Guidão continua com seus papos cabeças, dizendo que ontem ele viu um negão morto sem os olhos e com um cabo de vassoura enfiado no cu. Me mostrou até foto que ele tirou do celular.


No trajeto, ainda dentro do bairro assombroso, um tijolo do nada atingiu a porta do carro do meu pai. Arregalo os olhos e só consigo ver uma negona gorda com um molequinho no colo gritando “GUIDÃO FILHO DA PUTA, VOLTA AQUI. JÁ TÁ INDO ATRAS DE PIRANHA DENOVO”. Ele acelera e todos começam a rir feito hienas.


Finalmente saímos do bairro. Guidão acelerando loucamente, passa em vários sinais vermelhos, um verdadeiro piloto de fuga.


De repente ele me pergunta: “Qual das garotas lá trás eu vou faturar”. Fico sem saber o que responder, até que Caroline responde por mim: “Ele vai ficar com a Fernanda”.


Porra, era a gordinha. A minha deusa estava me empurrando pra gordinha. Ela não falava muito com as outras, então percebi que só chamaram ela pra eu ter o que fazer na rave e não vir embora.


Guidão fala que chegamos e pede vintão pro estacionamento. Ele estaciona o carro e do nada todo mundo evapora. Só sobrou eu no carro. Olho para os lados e vejo gente chapadona sem camisa, piriguetes, pessoal dançando de óculos que nem macaco, me sinto no inferno.


Decido ir embora de fininho, mas percebo que Guidão levou a chave do carro. Fiquei desesperado. Quando acho que não pode piorar, vejo a gordinha me olhando. A Fernanda ficou me encarando por uns minutos e começou a vir em minha direção. Não sou bonito, mas acho que dava pra pegar algo melhor.


Ela chega e fala oi. Respondi educadamente e então começamos a conversar. Durante a conversa, a gordinha diz querer ficar comigo. Meu Deus. Não sei cortar uma garota. Minha deusa não queria nada comigo, estava sozinho num lugar bizarramente estranho. O jeito era encarar a gordinha.


Fui para um canto com ela e começamos a nos beijar loucamente. Ela era boa, beijava como se fosse a última vez que beijaria alguém. Comecei a me empolgar. Chupei as tetas da gordinha. Eram tetas gigantes. Passava a mão na gordinha inteira. Ela começou a gemer cada vez mais alto. Tirei o pau pra fora e fodi ela ali mesmo. A gordinha era gostosa, fazia uns movimentos retilíneos uniformemente acelerados. Meu amigo, eu tive muito tesão pelo saco de banha.


Quando eu estava quase gozando, ela deu um grito de êxtase e gozou primeiro. Gozou tão loucamente que caiu no chão babando. Começou a ter espasmos musculares e se mijou toda. Parecia que ele estava tendo uma convulsão. Comecei a gritar e pedir socorro. As pessoas começaram a perguntar o que eu fiz para ela. Fiquei com medo de acontecer alguma coisa comigo, então me joguei no meio da multidão e saí correndo. Fiquei escondido no meio de duas barracas. Tomei um ar, eu estava tremendo. Comecei a pensar… caralho sou foda, fiz a gordinha ter uma gozada epilética.


Estufei o peito, cheio de coragem e decidi procurar por Caroline. Queria ficar com aquela vadia de qualquer jeito. De repente sou surpreendido com alguém me pegando pelo colarinho. Me jogaram no chão, quando olhei estava rodeado por cinco japas vestidos como rappers. Um deles, com corrente de prata gigante, me disse: “Fiquei sabendo que você veio com o Guidão. Não quero vocês vendendo na minha área. Você tem 10 segundos pra falar onde ele está ou vou te encher de porrada”.


Agora a porra ficou séria. Contei para eles o que havia acontecido, mas eles me levaram para uma tenda no canto da rave. Me senti na série 24 horas. Fiquei lá alguns minutos, até que chegou um japinha baixinho, de bandana e óculos escuros, sem camisa e cheio de corrente no pescoço perguntando sobre o Guidão, mandando eu dar o bagulho que eu estava vendendo com o Guidão.


Comecei a chorar falando que não tinha nada, chorei muito, falei que não sabia de nada, só vim de carona com Guidão e que não traficava e nem usava nada. O japinha começou a rir de mim, me pegou pelo colarinho, me levou até um gordão e mandou ele dar um role comigo para achar o Guidão. Pensei em correr, mas o gordão tava segurando meu colarinho forte demais.


Vejo Caroline sendo puxada por um japa, eles chegaram até mim e o japa perguntou se ela estava comigo no carro. Olhei nos olhos da filha da puta que me colocou nessa confusão toda e disse que não. Sou uma anta mesmo, não consegui foder com a vadia. O japa soltou ela e continuamos a procurar o Guidão.


O saco de banha que estava me segurando, ficou com vontade de mijar e então fomos no banheiro químico. Quando ele abriu a porta do banheiro, la estava o Guidão com uma neguinha chupando sua benga. Aquela rola gigante do tamanho de um guidão de bicicleta. Tinha a espessura de uma lata de refrigerante, na moral. O tamanho da monstruosidade daquela rola assustou nos dois. Ficamos parado ali uns segundos, tempo o bastante pro Guidão se desgrudar da neguinha e sair correndo igual a mil africanos atrás de água, mas com as calças arriadas e uma mangueira grossa e preta balangando no meio das pernas.


O gordão me solta e sai correndo atrás dele. Era minha chance de fugir. E então corri feito Usain Bolt, mas lembrei que a chave do carro estava com o Guidão e não sabia sair dali. Avisto Caroline apontando pra mim e atrás dela um japinha olhando. O japinha então correu atrás de mim. A vadia me caguetou. Começo a correr feito condenado, mas levei uma rasteira e caí de boca no chão. O japinha pulou em cima de mim e começou a dar porrada. Me socou a cara, me deu altas bicudas até que um milagre aconteceu… Escutei um grito na multidão: “NINGUÉM BATE NO MEU HOMEM”.


Gente, era a Fernanda. A gordinha que eu comi. Ela saiu no meio da multidão com a fúria de um búfalo, derrubou o japinha com um mata leão e finalizou ele em segundos. A gordinha era faixa preta em jiu jitsu ou era apenas a reação de uma tremenda apaixonada defendendo o homem da sua vida. Peguei ela pelo braço e saímos correndo. Corremos em direção ao muro, fiz pezinho pra ela e mandei ela pular. A adrenalina a mil pra eu ter aguentado aquele saco de banha. Logo depois ela me puxou e quando fui pular, vi a Caroline correndo em minha direção, pedindo ajuda e o gordão correndo atrás dela. Parei um instante, olhei para ela, olhei pra minha gordinha salvadora e pulei o muro. Foda-se essa vadia que me enganou. Finalmente fiz algo de que me orgulho.


Pulei o muro e corri com a minha gordinha, sim agora ela era minha, foda-se se era gorda e feia. Corremos para o estacionamento. Tinha que levar o carro do meu pai pra casa de qualquer jeito. Quando chegamos no carro ouvi o Guidão gritando: “ABRE ESSA MERDA FILHA DA PUTA”. Ele estava vindo correndo, desferindo golpes de capoeira nos japas que se aproximavam. Olhei para o lado e está vindo outros japas em nossa direção. Gritei para o Guidão que a chave estava com ele. Ele respondeu dizendo que tinha perdido a chave no meio do boquete.


Os japas estava chegando, quando menos espero a gordinha se jogou em cima deles pra ganharmos mais tempo. Guidão quebrou o vidro do carro com um soco e fez ligação direta. Sem nem pensar, pulei dentro do carro e mandei ele pisar fundo naquela merda. Ele olhou pra mim e perguntou “E a gorda? Vai deixar ela aí?”. Respondi “FODA-SE TIRA A GENTE DAQUI”.


Guidão acelerou como se estivesse a 10 metros de um final de corrida. Nem vejo a troca de marcha com a tamanha habilidade conquistada em muitas fugas por esse mundo de crime afora. De longe vi a gordinha lutando com o gordão. Era muita banha pra todos os lados. Vi 5 japas pulando em cima dela. Pedi a Deus para que eles não a machucassem.


Guidão gritou: HAHAHA MOLEQUE ESSA FOI POR POUCO, AQUELES JAPAS SÃO UM PÉ NO MEU SACO.


Finalmente estávamos livres e indo direto para o bairro do Guidão. A adrenalina foi passando aos poucos. Guidão acelerava muito. Nunca pensei que aquele efeito das luzes passando no need for speed fosse verdade. Depois comecei a me preocupar com o carro. Meu pai ia me matar. Guidão disse que se eu contasse dele, ele ia me matar e depois mataria a minha mãe. Ele perguntou se eu tinha cachorro, se não tivesse ele ia comprar um pra mim só pra poder matar ele também.


E então chegamos na casa dele, e não achem que o dia terminou aí. Guidão desceu do carro e ainda me roubou. Pegou toda a minha grana e meu tênis. Mandou eu ir embora antes que ele resolvesse comer o meu cu. Pulou o primeiro muro e desapareceu.


Assustado e chorando, decido voltar pra casa. Quando pulei para o banco do motorista, lembro que não tenho a chave do carro e não sei fazer ligação direta. Cara, tive que ligar pro meu pai chorando. Falei que fui sequestrado e me largaram num bairro barra pesada. Expliquei pro meu pai mais ou menos onde era. Horas depois meu pai chegou com um carro de polícia e me levou para casa.


Sinto em ter que mentir pro meu pai, mas infelizmente não posso contar a verdade. Nunca mais quero ver Guidão e sua turma na minha frente. Meus pais me abraçaram felizes e aliviados. Agora está tudo bem. Graças a Deus.


– RD.

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