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Historiadores debatem se nazismo é de direita ou se não é de esquerda

Centenas de supremacistas brancos de extrema-direita tomaram as ruas da pequena Charlottesville, nos Estados Unidos, e chocaram o mundo enquanto carregavam tochas acesas pelas ruas e faziam saudações nazistas durante o protesto contra negros, imigrantes, gays e judeus. Um ato anti-racista confrontou a mobilização, mas foi atacado por um carro que avançou contra a multidão, deixando 19 feridos e três mortos. Cerca de 33 pessoas foram feridas em confrontos entre os dois grupos.


Fotos dos protestos chegaram rapidamente às redes sociais do mundo inteiro e, no Brasil, deram início a uma vasta discussão sobre o nazismo. Buscando ajudar, historiadores se reuniram na tarde de hoje para um longo debate, buscando esclarecer se o nazismo é um movimento de direita ou se não é um movimento de esquerda.


Um dos principais argumentos utilizados para atribuir o nazismo à esquerda e que tem circulado pelas redes sociais seria o próprio nome do partido de Adolf Hitler, Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, por conter o termo “socialista”, o que apontaria a identificação do movimento com a esquerda. Com base nesse argumento, O Partido Socialista Cristão também seria de esquerda. E o cavalo-marinho, um equino.


O Partido Nazista foi criado a partir a partir do Partido dos Trabalhadores Alemães, o que também vem sendo usado como um argumento, quando comparado ao PT aqui no Brasil. No entanto, a intenção de Hitler era criar um partido de massas, radicalmente antissemita e anti-comunista. Os nazistas eram nacionalistas extremistas e acreditavam na construção de um Estado alemão baseado na raça ariana. Hitler provavelmente bateria panelas e gritaria Fora Dilma de sua sacada, se brasileiro fosse.


 


Militantes, tanto da direita quanto da esquerda brasileira, têm utilizado suas redes sociais incessantemente desde o último fim de semana para discutir sobre o nazismo. Entre opiniões sobre o movimento ser bom ou ruim, o foco da questão foi qual dos dois lados originou a ideologia nazista. Para facilitar, um sistema de alta tecnologia foi desenvolvido e a decisão final será tomada após uma partida de “batata quente”.


“É simples, basta repassar uma batata quente entre um membro da direita e outro membro da direita. Ao fundo, uma música toca e, ao ser pausada, quem estiver segurando a batata será o responsável” explicou um dos historiadores. A “dança da cadeira” também foi considerada.


Questionado pelo motivo de apenas membros da direta participarem da brincadeira, o historiador respondeu que “a esquerda estava ocupada demais tentando sobreviver aos neonazistas”.


A próxima polêmica da internet já está prevista e será sobre a Coréia do Norte ser ou não uma ditadura, já que seu nome oficial é República Popular Democrática da Coréia.



15 investigados da lista do Fachin que curtiram as passeatas anti-corrupção

Lembram das passeatas anti-corrupção do ano passado, que acabaram impulsionando nas ruas o impeachment que Dilma Rousseff ganhou do Congresso? Poxa… Que boas memórias. Foi top. Aliás, foi mais do que isso. Foi TOPZÊRA! Todo mundo nas ruas com a camisa da Seleção Brasileira, batendo panela e gritando “Fora Dilma”, “Fora PT”. Para ficar tudo perfeito, só faltava o “pacto”. Aquele “pacto” mesmo, citado no áudio do Romero Jucá, “com o Supremo, com tudo”.


Infelizmente para muitos políticos que vestiram o manto amarelo anti-corrupção nas ruas do Brasil, não rolou o pacto. Quer dizer… Não rolou ainda. Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal e relator da operação Lava Jato, determinou abertura de inquérito contra 108 alvos delatados por executivos e ex-executivos da construtora Odebrecht. E tem de tudo! São nove ministros de Michel Temer, 29 senadores, 42 deputados federais… Nem o Buzzfeed seria capaz de fazer uma lista tão incrível.


Tem tudo isso, e também pelo menos 15 políticos – agora investigados por crimes como corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, formação de cartel, fraude em licitações… – que saíram às ruas de mãos dadas com os cidadãos de bem pedindo a cabeça de Dilma. Confira abaixo os 15 investigados da lista do Fachin que curtiram as passeatas anti-corrupção.


Romero Jucá

jucá


Logo você, Jucá… O capitão da Seleção Brasileira das Panelas ainda não conseguiu amarrar o pacto para travar a Lava Jato no Supremo. AINDA. Vale a pena ficar de olho. Afinal, a única coisa que tem se mostrado infalível no país é o áudio do Jucá conversando com Sérgio Machado.


Aécio Neves


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“Hoje, qualquer saída, sem a atual presidente da República, dentro da Constituição, é melhor do que estendermos esse calvário para o povo brasileiro”, disse Aécio nas ruas de Belo Horizonte. Podiam ter escolhido a saída com mais cuidado. O “primeiro a ser comido” já está até frio no canto do prato.


Paulinho da Força


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O deputado federal fez até um bloco de carnaval, com samba enredo e tudo, para tirar Dilma do poder no ano passado. “Chega de mi mi mi, não aguento lê lê lê/ Fora Dilma, fora Lula/ Fora a corja do PT” Com a lista do Fachin, não teria rima suficiente pra citar todo mundo. E rima para “Força” é difícil pra caramba… Tenta aí só.


José Agripino Maia


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O senador e presidente nacional do DEM saiu às ruas em Brasília e disse que, com os protestos, “nós brasileiros fizemos nossa democracia crescer perante o mundo”. Mal sabia ele que ainda faltava um cadinho.


José Serra


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Foi um dos mais solicitados para selfies, abraços e acenos, sob gritos de “Presidente!”. Olha só que sorriso tranquilo de quem não tinha nenhum medo da Lava Jato.


José Carlos Aleluia


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O deputado até subiu no trio elétrico dos manifestantes no Farol da Barra, em Salvador, na Bahia, em março de 2016. Foi recebido com vaias e gritos de “Ih, fora!”. Fachin mandou um “Ih, dentro!”, aleluia.


Jutahy Júnior


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Também na Bahia, em março de 2015, o deputado federal se refestelou com a voz das ruas no que chamou de “magnífica manifestação de cidadania na defesa da democracia e por um Brasil decente”. Parece que estamos mesmo caminhando para essa última parte.


Bruno Cavalcanti de Araújo


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O deputado do PSDB de Pernambuco subiu ao plenário em março de 2015 com o símbolo máximo das manifestações anti-Dilma nas mãos: a panela. Disse que a ex-presidente “deu um tapa na cara do povo brasileiro”. É tanto tapa que já está até dormente.


Rodrigo Maia


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Presidente da Câmara desde que Eduardo Cunha fez seu trabalho e foi defenestrado, Rodriguinho, o “Botafogo” da lista da Odebrecht, preferiu o verde nos protestos anti-corrupção nas praias de seu Rio de Janeiro. Deu até uma queimadinha, olha lá.


Aloysio Nunes Ferreira


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O senador tucano e quase vice-presidente de Aécio disse que não ficaria satisfeito apenas com o impeachment. Ele queria “sangrar a Dilma”. Ai que medo!


Lúcio Vieira Lima


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O deputado baiano que fazia parte da base do governo Dilma virou a casaca no começo de 2015 e foi às ruas contra a ex-aliada. “O povo cansou, não aguenta mais”, disse. E esse cansaço que não acaba?


Cássio Cunha Lima


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O senador tucano foi às ruas nas manifestações de março de 2016 em João Pessoa, na Paraíba, e ficou nos braços do povo. Exigiu que o Tribunal Superior Eleitoral fizesse novas eleições. Não sabemos o que ele vai exigir do Supremo Tribunal Federal.


Blairo Maggi


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Outro ex-aliado de Dilma que roeu a corda e foi abraçar o povo nas ruas de Cuiabá.


Marta Suplicy


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Aos gritos de “perua”, “vira casaca” e “fora PT”, a senadora Marta Suplicy foi obrigada a deixar uma das manifestações em que esteve presente na Avenida Paulista. Quem pagou o pato foi ela, que acabou tendo que se refugiar no prédio da FIESP.


Dalirio Beber (de bigode, à esquerda)


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O senador por Santa Catarina disse que “o eco do clamor das ruas foi ouvido” depois do impeachment de Dilma. Provavelmente contava que, agora, com todo mundo quieto em casa…



Revelação de Odebrecht de que Dilma e Temer agiam juntos faz coxinhas e mortadelas virarem pasteis

Padarias de todo o país foram palco hoje de uma estranha mutação. Coxinhas e mortadelas que estavam no balcão se transformaram em pasteis, assustando comerciantes.


“Começou ontem à noite logo depois do depoimento de Marcelo Odebrecht. Eu nunca vi uma coisa dessas na vida. Ouvi falar que numa padaria aqui perto apareceu uma coxinha de pastel”, disse um  onerciante.


No depoimento, Odebrecht diz que Dilma escalou o então ministro da fazenda Guido Mantega pare recolher a contribuição. Temer pediu apoio e depois Padilha falou sobre números. O processo julga a cassação da chapa dos dois. A defesa de Temer porém pede que as contas de campanha sejam julgadas separadamente.


“Acho que está chegando a hora da turma do Fora Temer e do Fora Dilma saírem juntas às ruas com o Fora Todos”, disse um eleitor. Mas logo em seguida ele foi acusado de ser coxinha e depois de ser petralha. A briga continuou e os ratos foram ficando cada vez mais gordos.



10 novas histórias de problemas causados pelas primeiras horas de Pokémon Go no Brasil

O Brasil inteiro preparado.

O espírito tomou conta.

Não se fala em outra coisa.


Olimpíadas? Não! Pokémon Go!



uns saem pra caçar pokémon, outros pra caçar celular




Oficialmente: bem vindo ao Brasil, Pokémon Go




Uniu o FORA TEMER e o FORA DILMA




jornalismo de qualidade exige recursos




VAMO ROBAAAAAAAAAAA




“CANGURU PERNETA” – Chora Nintendo




no Paraná a caçada é violenta




negócios né




UAHEUHDUIAHSDIUSAHDUISAHUIDAH MEU DEUS DO CÉU




Alguém tem o contato do Professor Carvalho?



Fica esperto que ainda tem muita coisa pra rolar.

E aqui tem os 5 primeiros problemas causados UHAUHAUHA


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