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Se eu morrer, o que acontece com os meus investimentos?

Investir é muito bom para o nosso futuro, mas se eu morrer, o que acontece com os meus investimentos e para onde eles acabam indo?


se eu morrer


Esta é uma dúvida muito grande entre investidores de todo o Brasil e se não era a sua, é bom que seja, pois a sua família vai ter que ir atrás disso caso você venha a falecer.


Para quem não tem investimentos na Bolsa de Valores, recomendo a leitura deste artigo para iniciar os trabalhos nesta modalidade, pois esta poderá ser o fiel da balança entre deixar dívidas ou deixar uma bolada para seus filhos.


Ok, fiz os investimentos, mas e se eu morrer?


Caso alguém que tenha investimentos morra, o inventariante, cidadão responsável pelo inventário, irá seguir alguns passos para realizar o processo de espoliação da herança.


Este processo é dividido em duas fases.


Na primeira fase é necessário que documentos sejam enviados para as corretoras utilizadas pelo falecido pedindo o bloqueio das contas e a obtenção dos extratos financeiros.


Estes documentos precisam ser enviados em vias físicas para que o bloqueio seja feito.


Os documentos são uma carta com reconhecimento de firma feita pelo inventariante com todos os dados do falecido e dos herdeiros, inclusive o endereço de e-mail de cada um deles. Nesta carta é necessário requisitar informações sobre a posição financeira do investimento;


Uma cópia autenticada da Certidão de Óbito;


Uma cópia autenticada da decisão judicial (se o inventário for judicial) ou da escritura pública (caso o inventário seja extrajudicial) de nomeação do inventariante;


Uma cópia autenticada do documento de identificação do inventariante e dos herdeiros do falecido.


Na segunda fase, ao finalizar o inventário, seja judicial ou extrajudicialmente, o inventariante deverá enviar às corretoras os seguintes documentos:


Formal de Partilha (se for inventário judicial) ou Escritura Pública de Partilha (se for inventário extrajudicial);


Comprovante da conta na corretora e/ou de conta bancária em alguma instituição financeira para a qual o ativo e/ou o recurso proveniente do(s) investimento(s) do falecido, conforme o caso, será transferido, devendo cada herdeiro comprovar e indicar a conta que ele seja titular e para a qual o ativo e/ou o recurso correspondente será transferido;


Uma cópia autenticada de documento de identidade de cada herdeiro do falecido, caso ainda não tenha sido enviada;


Uma via da Carta de Solicitação assinada por cada herdeiro (uma solicitação por herdeiro), com firma reconhecida, solicitando a transferência do ativo e/ou saldo financeiro (quantidade e valor relativo a parcela da herança de cada herdeiro) nos termos do Formal de Partilha ou da Escritura Pública de Partilha, conforme o caso.


No final das contas, é um processo trabalhoso, mas deixar as suas ações para os seus filhos é totalmente possível.


Este texto foi baseado num texto da Easynvest.


O post Se eu morrer, o que acontece com os meus investimentos? apareceu primeiro em O Macho Alpha.

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MURILO COUTO - DANILO GENTILI PRESO? E AGORA?

Olá amigos, hoje vim aproveitar a absurda decisão judicial contra meu amigo Danilo Gentili, pra ganhar like. Eu fiz meu papel. Faça o seu de dar like

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Garçons conseguem liminar na Justiça para não fotografar clientes

garçonbar


O sindicato dos garçons do Espírito Santo conseguiu na Justiça uma liminar garantindo que os garçons não sejam obrigados a fazerem fotografias dos clientes em bares e restaurantes da Grande Vitória.  Segundo o presidente do SINGARÇON-ES, Edemilson Oliveira Nunes, “hoje os garçons são importunados por clientes exibicionistas que roubam nosso tempo com pedidos de fotos. Não somos fotógrafos. Somos garçons. Eles pedem pra gente fazer um milhão de fotos depois não deixam nem os 10% na hora de pagar a conta”.


Natanael Gusmão tem 67 anos e é garçom há 50 anos. Ele disse que teve que aprender a ‘mexer em celular’ para se adaptar a realidade do mercado. Natanael emocionado confessa “tem seis meses que aprendi a tirar retrato com celular dos clientes. Quando eu dizia que não sabia mexer em celular eles diziam que eu ‘tava’ com má vontade e era melhor eu me aposentar”.


Juninho Santana é um garçom atento ao perfil psicológico dos clientes é taxativo ao dizer: “é muita falsidade deste povo. Canso de ver casal que senta na mesa e não troca um sorriso, mas fica fazendo pose de casal feliz pra postar no facebook. Já teve cliente que pediu pra tirar foto de garrafa de vinho que nem bebeu só pra tirar onda. Tem que acabar com esta palhaçada mesmo”.


Os donos de bares e restaurantes vão recorrer da decisão judicial expedida no dia 20/12/2014. Por enquanto a norma vigente é que o garçom que for obrigado pelo estabelecimento comercial a fazer fotografias de clientes poderá acionar a Justiça por desvio de função. Clientes que insistirem no pedido poderão ser enquadrados por constrangimento funcional e responder civilmente por dano moral.


VEJA TAMBÉM: Se você acredita em Deus assista este vídeo. Irá mudar de ideia imediatamente depois de assistir. 




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