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Tatá Werneck tenta SEPARAR o Rouge e cria CLIMÃO! | Lady Night | Nova Temporada | Humor Multishow

Como se uma vez já não fosse o bastante, a Tatá Werneck vai tentar separar o Rouge DE NOVO! Será que dessa vez as meninas ficarão firmes?

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#Multishow #LadyNight #Rouge

Timing para delegado explicar declaração sobre timing para prender Lula é agora, diz especialista

?O delegado da Polícia Federal que coordena as investigações da Lava Jato, Igor Romário de Paula, disse que o “timing” para prender Lula pode aparecer em 30 ou 60 dias. “Não acho que a gente perdeu o timing. Esse timing pode ser daqui a 30 dias, daqui a 60 dias”, disse.


Segundo especialistas, o timing para o delegado explicar essa declaração é agora. “Não dá para uma instituição como a polícia federal falar em timing para prender alguém, como se uma investigação fosse um espetáculo. Daqui a pouco estão dividindo as investigações em temporadas, divulgando trailers e falando em season finale da Lava Jato”, disse Rogério Andrade Bastos.


Após a fala, o delegado foi convidado por uma emissora de TV para largar seu cargo na polícia e virar roteiristas de uma série de TV investigativa, que seria nomeada de CSI Brasil. “O timing para o lançamento da série deve ser daqui a 30 ou 60 dias”, disse um produtor.



Sensacionalista investiga vídeo do menino que salvou seu irmão gêmeo preso embaixo de um armário

Os irmãos gêmeos Bowdy e Brock, de dois anos de idade, estão por toda a internet depois que um vídeo, feito por uma câmera de segurança, flagrou Bowdy salvando seu irmão que estava preso embaixo de um armário. Nem todo herói usa capa, alguns estão de pijama e prontos para dormir. Ao perceber o acidente, Bowdy rapidamente ergueu o móvel e resgatou Brock das garras do armário do mal.


Veja: 


O vídeo viralizou, já possui quase 4 milhões de visualizações e acabou chamando a nossa atenção. Se tem uma coisa que você, leitor do Sensacionalista, já deve ter aprendido, é que nem tudo na internet é o que parece ser. Por esse motivo, nós resolvemos investigar o vídeo a fundo e chegamos à algumas conclusões:


sensa 01


O armário, quando em pé, fica na frente das únicas duas tomadas que se vê no vídeo. Todo mundo sabe que as crianças de dois anos hoje em dia precisam de tomadas para carregar seus iPhones, iPads e computadores.


sensa 02


Os meninos estão usando roupas iguais, o que já nessa idade é inaceitável! Vai ver o armário caiu quando um deles decidiu que estava na hora de conquistar sua individualidade e vestir uma roupa diferente.


sensa 07


Falando em roupas iguais, você percebeu que eles estão com roupas de dormir? O quarto está bem claro, mas como eles não têm altura suficiente para acender a luz, é bem provável que ainda seja dia. O quarto iluminado também facilita que a câmera capture muito melhor as imagens, certo?


sensa 03


O menino não teve forças pra levantar o armário, mas empurrou o armário facilmente, quase como se uma base embaixo do armário ajudasse Bowdy a salvar o dia. No mínimo estranho, vai…


sensa 04


Os brinquedos no quarto são muito suspeitos, já que estão todos inteiros. Uma criança que derruba um armário mas não arranca a cabeça de nenhum boneco? Suspeito.


sensa 05


As paredes estão limpas. Todo mundo que tem criança em casa sabe que é impossível manter as paredes longe de giz de cera, lápis e canetinhas hidrocor. Vocês terão que ser melhores que isso pra nos enganar, tá?


sensa 06


O pai dos gêmeos, Ricky Shoff, trabalha em uma empresa de monitoramento domiciliar. Que conveniente, não? Aposto que as vendas da empresa dispararam após o vídeo se tornar viral…


sensa 08


E, convenhamos, o salvamento todo não faz nenhum sentido, já que a gente sabe que um irmão sempre quer ver o outro se ferrar, né? Na vida real ele esperaria os pais entrarem no quarto só pra falar “OLHA SÓ O QUE ELE FEZ! EU DISSE QUE ISSO IA DAR MERDA!”.


Nossa conclusão: o vídeo é fake. O pai quer promover a empresa de monitoramento domiciliar e os meninos devem odiar a família, que os obriga a usar a mesma roupa e dividir a mesma cama. Fique atento para futuras análises de vídeos suspeitos pelos detetives virtuais do Sensacionalista.


sensa 09



ACONTECEU COMIGO #59

Não peide ao fazer uma ressonância magnética



Estou contando esta verdadeira, mas patética, história em solidariedade a outras almas torturadas que, incansavelmente, resistem e sobrevivem a extremas humilhações. Somos um grupo de idiotas, propensos a acidentes, que provocam situações embaraçosas regularmente, que seriam capazes de traumatizar permanentemente uma pessoa normal. A minha experiência esta semana será difícil de superar: eu peidei dentro de um aparelho de ressonância magnética.


Em termos médicos, eu tinha rompido o menisco, uma cartilagem que atua como um amortecedor entre a minha tíbia e o fêmur. Em termos de mulher de meia-idade, dois demônios do inferno invadiram meu corpo e acenderam fogueiras no meu joelho e depois dançaram por ali, cutucando os nervos abertos com garfos elétricos. A dor era muita mais do que intensa e o acidente tinha severamente danificado meu corpo a ponto de eu não poder nem ficar parada, nem caminhar, e nem ao menos rastejar até o bar de vinhos.


Após cinco dias de drogas induzidas, eu finalmente vi um cirurgião ortopédico. Ele manipulou meus joelhos até que as lágrimas escorressem pelo meu rosto e eu o ameaçasse de arrancar seus braços. Era óbvio que aquilo estava me machucando, pela maneira que eu arrancava pedaços dos cantos da mesa de exame. Eu silenciosamente prometi incluí-lo como personagem detestável no meu próximo conto. Finalmente, um lindo anjo me deu narcóticos autorizados. Logo minha perna devastada era uma grande piada, em faixas, e eu ria e ria.


Poucos dias depois, eu fiz a ressonância magnética – um procedimento de imagens que utiliza um campo magnético e ondas de rádio para fazer imagens de ligamentos e articulações danificadas. Um belo e jovem técnico me ajudou a entrar no tubo do terror e amarrou a minha perna. Eu, nervosamente, comentei que primeiro eu tinha que saber o nome dele, antes de dar autorização para ser amarrada em uma cama. Ele não riu, mas me mandou ficar quieta por 45 minutos. Então, lá estava eu, com dor, sofrendo de claustrofobia, movendo-me sobre uma esteira em direção à câmara de tortura branca, e eu não tinha ideia de como permanecer imóvel. E, para completar minha angústia, a minha única plateia não se divertia com as minhas piadas.


20 minutos mais tarde, eu comecei a ficar ansiosa. Eu estava amarrada em um túnel e só poderia ouvir ruídos estranhos e sons agudos e irritantes. Por mim eles estavam decidindo quais seriam as partes do meu corpo que iriam extrair e vender no mercado negro. Em seguida, uma sensação incômoda conseguiu prever que viria uma passagem de gás. Mordi a língua, me belisquei e tentei me concentrar em uma cena pastoral, em um prado verde ao lado de um riacho murmurante. Eu podia ouvir o conselho da minha mãe: “Segure fundo.” Eu me mexi.


“Por favor, fique quieta”, ouvi a voz que vinha do lado de fora do túnel da vergonha.


Eu observava como as luzes e os números revelavam o tempo que restava. Três minutos. Eu ia conseguir! Não! Meu corpo me traiu no último minuto. Eu estava presa e indefesa, assim que meu corpo nervoso fez o que faz melhor: ele peidou. Eu lancei gás com a intensidade e a convicção de uma equipe de lutadores de sumô depois de uma competição para ver quem comia mais pimenta. E o espaço confinado fez com que o som se amplificasse, como se uma dúzia de sirenes tivessem sido ativadas simultaneamente. Eu não sabia se chorava, ria, ou ligava para o meu filho e me gabava do feito.


“Bem, agora, eu acho que já temos imagens suficientes”, disse o lindo técnico, suprimindo uma risada.

A cama mágica foi retrocedendo rumo à liberdade, trazendo consigo o cheiro pútrido da decadência. Eu estava mortificada, já que meu prado imaginário se tornou um pasto devastado, cheio de esterco podre. Que diabos eu tinha comido? Evitei contato visual com o técnico tímido e manquei de volta para o vestuário. Mais uma vez, eu aceitei o meu destino de ser a relutante e perpétua palhaça, a excêntrica, aquela que peida durante um procedimento médico complicado.


Se eu precisar de outra ressonância, vou solicitar que seja no Texas. Todos peidam por lá.

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