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Resultado da busca por: "com suas dimensões"

É cientificamente possível existir o Godzilla?

Para muitas pessoas em todo o mundo, Godzilla é um aspecto característico da cultura popular japonesa. Ele ainda é um dos monstros mais reconhecidos no mundo, apesar da sua popularidade ter enfraquecido ao longo dos anos. Godzilla remanesce como uma importante faceta dos filmes japoneses, incorporando o “kaij?”, ou monstro gigante, no gênero tokusatsu, ou filme de efeitos especiais — gênero que provavelmente inaugurou com seus primeiros longa-metragens.


Seria possível existir?



 Godzilla mede o equivalente a 30 prédio, aproximadamente, 106 metros de altura e pesando mais de 160.000 toneladas. Isso seria fisiologicamente impossível. Não teria como seu esqueleto sustentar seu corpo, o calor gerado pelo seu corpo seria muito alto além de seu coração não conseguir bombear o sangue para suas extremidades.


Só o coração de Godzilla pesaria 100 toneladas. A revista Popular Mechanics, responsável pelos levantamentos destacou que o peso máximo de um animal terrestre seria de 110 a 1,1 mil toneladas. Além disso, Godzilla aniquilaria os seres humanos. De acordo com suas dimensões, ele precisaria de 215 milhões de calorias diariamente. O corpo de um ser humano tem aproximadamente 110.000 calorias. Fonte

Pau de selfie é a realização de quem tem pênis pequeno, segundo a psicanálise

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O psicanalista Roberto Tadeu da Costa analisou o pau de selfie, moda tecnológica do verão 2015, como sendo uma compensação fálica para preencher o vazio angustiante que a diminuta extensão peniana causa em seu portador. A moda da selfie por meio do bastão extensor é uma tentativa de jactar-se de suas supostas frustrações.


David E. Zimerman, em sua obra Fundamentos Psicanalíticos, afirma ser “o falo, na antiguidade greco-romana, a representação simbólica do poder, concentrada no órgão anatômico pênis”.


O Falo não é uma simples representação peniana. Ele é símbolo de poder, de potência, ou ainda mais: de onipotência e autoridade. Podemos dizer que os homens, por não poderem exibir socialmente seus próprios órgãos genitais, elegem de forma inconsciente um substituto simbólico, em dimensões ampliadas, quando querem demonstrar possuir as características fálicas encarnadas, nesta situação, pelo pau de selfie.


Tadeu da Costa é enfático em afirmar que “o homem que ostensivamente faz uso do pau de selfie revela aos seus seguidores um enorme desconforto com suas dimensões penianas. Não é por acaso que o bastão é amplamente usado nas praias. Lá, ele ao notar o volume das sungas dos outros homens, se sente ainda mais oprimido e obrigado a manusear sua compensação simbólica expressa no bastão extensor”.


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