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VESGO ENTROU NA BANHEIRA CHEIA DE PEIXE ESTRAGADO | Arregão #15

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AVISO
+18
existe uma forte convicção que este post tem altas carcadas.
dê umas olhadas pros lados, pra trás, pra cima e para baixo antes de prosseguir.

O que você precisa saber sobre os motéis


Você possui alguma insegurança com relação aos motéis, como o procedimento padrão no local?


No decorrer do artigo iremos abordar questões como valores, funcionamento do local, consumo, quartos e até mesmo pagamento!


Vamos lá?



1. Chegando no motel



Carro próprio, a melhor opção


Ao entrar no motel, como se fosse um drive through, você vai parar na cabine do atendente com o seu carro e escolher um quarto. Concluído a escolha do quarto, o atendente vai liberar sua entrada no motel. Você continua de carro até estacionar na garagem privativa do quarto selecionado.


Indo de Táxi ou Uber


O modo de funcionamento é basicamente o mesmo, inclusive o Uber entra normalmente e te deixa na porta do quarto, saindo logo na sequência.


Mesmo esquema na hora de ir embora. O carro pode entrar e pegar você na porta do quarto, necessitando apenas que você informe a placa do mesmo para a portaria.


Documentação necessária


Logo de cara, a atendente pedirá o documento de ambos. Dependendo da cidade, sua identidade ficará retida com ela até a saída. Já em outros casos, devolvem logo após conferir.


A escolha do quarto


Após o passo acima, será exibida a lista de quartos, geralmente em um painel eletrônico (visor). Geralmente existem 3 ou 4 categorias de quartos, desde os mais baratos, até os mais caros.


Vale citar que em alguns motéis tudo funciona através de um visor com interfone, similar aos drive throughs. Você sequer vê a pessoa da recepção.



2. Variedade de opções e preços



Existem diversos tipos de motéis, de acordo com o valor pago. Partindo de algo simples, apenas com o básico do básico, até outros que possuem pole dance, roletas com joguinhos sexuais ou mesmo um touro mecânico no quarto (falo por experiência própria).


A variação de preço em si é enorme, podendo ir de R$ 30,00 a R$ 250 facilmente, dependendo do quarto selecionado. Alguns deles permitem o aluguel de certas suítes mais nobres para festas, tornando o valor ainda maior.


O valor é referente ao casal. Levando outras pessoas, é pago um adicional, mesmo utilizando somente um quarto. A outra opção seria pegar um quarto duplo, caso disponível no estabelecimento, assim há a opção de levar outras duas pessoas.


Existem opções de suítes também, que abrigam mais pessoas e geralmente é utilizado para aquela “putaria” ou encontro de casais. Estes costumam custar acima de R$1.000.



3. Estadia e consumo



Como é a questão do pagamento?


Todo pagamento é efetuado na saída, incluindo o valor do quarto e o consumo (bebidas e outros) feito no mesmo.


Alguns motéis vendem também brinquedos eróticos e lingeries, que ficam em exibição no próprio quarto, lacrados. Os mesmos também são listados na conta geral do quarto.


Existe serviço de quarto em motéis?


Sim, como em hotéis. Para realizar seus pedidos, basta dar uma conferida no cardápio e ligar do telefone que há no próprio quarto.


O que não é pago?


Toalhas, sabonetes e camisinhas são cortesia da casa. Dependendo do local, pode haver um chocolatezinho em cima da cama para agradar o casal. Mas vale lembrar que os itens estão ali para utilização no local.


Ah, mais uma coisa: precisou de lençóis extras, por exemplo? Eles serão cobrados! Os itens gratuitos são disponibilizados em unidades determinadas, precisando de mais, haverá cobrança.



4. Higiene do local



Quando o assunto é higiene, esqueça aquele mito de que motel é um local sujo. É claro, desde que você também não invente de ir na pior opção possível!


Cama


Os lençóis e fronhas são trocados a cada novo cliente, não havendo qualquer risco de encontrar resquícios da transa anterior.


Hidromassagem


Além de trocar a água, as camareiras também efetuam a limpeza com produtos específicos e esfregam as bordas da banheira.


Pole dance e cadeira erótica


A limpeza costuma ocorrer com produtos específicos, próprios para matar bactérias e retirar possíveis resíduos na superfície dos mesmos.



5. E finalmente… quem paga a conta?



Casal de namorados


Fica por conta do casal. Ele paga uma vez, ela outra, ou simplesmente racham, enfim… Nesse caso já acabando havendo uma junção do capital de ambos, então, assim como em uma saída para jantar, pode ser aquele velho “convidou, pagou”.


Sexo descompromissado


Aqui, me desculpem, mas infelizmente ainda vivemos em um mundo que fica por conta do homem. Obviamente, desde que a mulher não se sinta desconfortável ou se ofereça para rachar a conta.


Além disso, vamos supor que você esteja saindo com acompanhantes no Rio de Janeiro ou qualquer outra cidade brasileira, não precisamos nem afirmar que paga, não é mesmo?!


Conclusão do papo


Vimos que motéis podem ser uma tremenda mão na roda, tanto para diversificar na hora H, como também para resolver aquele velho problema de não ter lugar para afogar o ganso.


O processo é bem simples, como demonstramos, e você conseguirá se sair muito bem apenas levando em consideração as dicas aqui listadas!


O post O que você precisa saber sobre os motéis apareceu primeiro em Calango do Cerrado.

O que você precisa saber sobre os motéis


Você possui alguma insegurança com relação aos motéis, como o procedimento padrão no local?


No decorrer do artigo iremos abordar questões como valores, funcionamento do local, consumo, quartos e até mesmo pagamento!


Vamos lá?



1. Chegando no motel



Carro próprio, a melhor opção


Ao entrar no motel, como se fosse um drive through, você vai parar na cabine do atendente com o seu carro e escolher um quarto. Concluído a escolha do quarto, o atendente vai liberar sua entrada no motel. Você continua de carro até estacionar na garagem privativa do quarto selecionado.


Indo de Táxi ou Uber


O modo de funcionamento é basicamente o mesmo, inclusive o Uber entra normalmente e te deixa na porta do quarto, saindo logo na sequência.


Mesmo esquema na hora de ir embora. O carro pode entrar e pegar você na porta do quarto, necessitando apenas que você informe a placa do mesmo para a portaria.


Documentação necessária


Logo de cara, a atendente pedirá o documento de ambos. Dependendo da cidade, sua identidade ficará retida com ela até a saída. Já em outros casos, devolvem logo após conferir.


A escolha do quarto


Após o passo acima, será exibida a lista de quartos, geralmente em um painel eletrônico (visor). Geralmente existem 3 ou 4 categorias de quartos, desde os mais baratos, até os mais caros.


Vale citar que em alguns motéis tudo funciona através de um visor com interfone, similar aos drive throughs. Você sequer vê a pessoa da recepção.



2. Variedade de opções e preços



Existem diversos tipos de motéis, de acordo com o valor pago. Partindo de algo simples, apenas com o básico do básico, até outros que possuem pole dance, roletas com joguinhos sexuais ou mesmo um touro mecânico no quarto (falo por experiência própria).


A variação de preço em si é enorme, podendo ir de R$ 30,00 a R$ 250 facilmente, dependendo do quarto selecionado. Alguns deles permitem o aluguel de certas suítes mais nobres para festas, tornando o valor ainda maior.


O valor é referente ao casal. Levando outras pessoas, é pago um adicional, mesmo utilizando somente um quarto. A outra opção seria pegar um quarto duplo, caso disponível no estabelecimento, assim há a opção de levar outras duas pessoas.


Existem opções de suítes também, que abrigam mais pessoas e geralmente é utilizado para aquela “putaria” ou encontro de casais. Estes costumam custar acima de R$1.000.



3. Estadia e consumo



Como é a questão do pagamento?


Todo pagamento é efetuado na saída, incluindo o valor do quarto e o consumo (bebidas e outros) feito no mesmo.


Alguns motéis vendem também brinquedos eróticos e lingeries, que ficam em exibição no próprio quarto, lacrados. Os mesmos também são listados na conta geral do quarto.


Existe serviço de quarto em motéis?


Sim, como em hotéis. Para realizar seus pedidos, basta dar uma conferida no cardápio e ligar do telefone que há no próprio quarto.


O que não é pago?


Toalhas, sabonetes e camisinhas são cortesia da casa. Dependendo do local, pode haver um chocolatezinho em cima da cama para agradar o casal. Mas vale lembrar que os itens estão ali para utilização no local.


Ah, mais uma coisa: precisou de lençóis extras, por exemplo? Eles serão cobrados! Os itens gratuitos são disponibilizados em unidades determinadas, precisando de mais, haverá cobrança.



4. Higiene do local



Quando o assunto é higiene, esqueça aquele mito de que motel é um local sujo. É claro, desde que você também não invente de ir na pior opção possível!


Cama


Os lençóis e fronhas são trocados a cada novo cliente, não havendo qualquer risco de encontrar resquícios da transa anterior.


Hidromassagem


Além de trocar a água, as camareiras também efetuam a limpeza com produtos específicos e esfregam as bordas da banheira.


Pole dance e cadeira erótica


A limpeza costuma ocorrer com produtos específicos, próprios para matar bactérias e retirar possíveis resíduos na superfície dos mesmos.



5. E finalmente… quem paga a conta?



Casal de namorados


Fica por conta do casal. Ele paga uma vez, ela outra, ou simplesmente racham, enfim… Nesse caso já acabando havendo uma junção do capital de ambos, então, assim como em uma saída para jantar, pode ser aquele velho “convidou, pagou”.


Sexo descompromissado


Aqui, me desculpem, mas infelizmente ainda vivemos em um mundo que fica por conta do homem. Obviamente, desde que a mulher não se sinta desconfortável ou se ofereça para rachar a conta.


Além disso, vamos supor que você esteja saindo com acompanhantes no Rio de Janeiro ou qualquer outra cidade brasileira, não precisamos nem afirmar que paga, não é mesmo?!


Conclusão do papo


Vimos que motéis podem ser uma tremenda mão na roda, tanto para diversificar na hora H, como também para resolver aquele velho problema de não ter lugar para afogar o ganso.


O processo é bem simples, como demonstramos, e você conseguirá se sair muito bem apenas levando em consideração as dicas aqui listadas!


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Mais 10 dos mais terríveis acidentes da Fórmula 1

Alguns terríveis acidentes da Fórmula 1 ficaram para a história e decidimos fazer mais uma série de 10 acidentes que marcaram a categoria.


10 . Rubens Barrichello, em Imola


terríveis acidentes da Fórmula 1


Em um dos finais de semana mais macabros da história da Fórmula 1, Rubens Barrichello participou de um milagre.


Vindo de bons resultados, vice-líder do campeonato e totalmente motivado, Barrichello chegou rápido demais na Variante Baixa, levantando voo ao tocar na zebra, batendo forte nos pneus, capotando e parando praticamente de ponta-cabeça.


Os fiscais de prova chegaram rápido e viraram o carro, evidenciando que Rubens Barrichello estava inconsciente, afinal, sua cabeça balançou fortemente e bateu na borda do cockpit.


Ele foi atendido pelo experiente Sid Watkins, que falou ao brasileiro que ele morreu por 6 minutos, tendo engolido a própria língua por causa do impacto de 60Gs, o equivalente a 6 toneladas e meia.


Apesar da violência gráfica do acidente, Rubinho “só” luxou uma costela e teve uma pequena fratura no nariz.


09 . Mika Hakkinen, em Adelaide



Hakkinen ficou em quarto lugar no primeiro treino livre do circuito de Adelaide, onde o grid era decidido depois de duas sessões, uma na sexta e a outra no sábado.


Na sua primeira volta lançada, Mika Hakkinen iniciou o que seria o pior acidente de sua carreira, quando o pneu esquerdo traseiro de sua McLaren estourou na curva Brewery.


O carro descontrolado do finlandês decolou numa zebra alta que demarcava a parte externa da entrada da reta, permaneceu rodando e bateu numa barreira de pneus.


A cabeça de Mika Hakkinen chacoalhou várias vezes antes de bater com violência assustadora no volante.


Hakkinen fraturou o crânio, teve hemorragia interna e um bloqueio das vias aéreas que exigiu uma cirurgia de emergência na pista para permitir que ele respirasse.


Ele foi colocado em coma induzido e operado para drenar a hemorragia que podia provocar pressão intracraniana, mas depois que acordou, não teve vida fácil, ficando por 2 meses no hospital tendo uma rotina cruel de recuperação baseada em remédios, cirurgias e testes que, no final das contas, o deixaram sem nenhuma sequela.


Em 1998 e 1999 ele sagrou-se bi-campeão da F1.


08 . Roland Ratzenberger, em Ímola



Ratzenberger vinha a mais de 300km/h na curva Villeneuve durante os treinos classificatórios para o GP de San Marino quando a asa dianteira de sua Simtek soltou-se abruptamente.


Roland Ratzenberger atingiu o muro a 314,9 km/h com uma violência que custou sua vida, pois o acidente provocou fraturas múltiplas no crânio e no pescoço do piloto.


Segundo a FIA, o piloto só morreu ao chegar no hospital Maggiore de Bolonha, mas investigadores afirmaram que o piloto faleceu dentro do circuito, situação que cancelaria a prova, pois as leis italianas preveem que se um piloto morre durante um evento esportivo, é necessário cancelar a prova para promover investigações.


Como a prova não foi cancelada, Ayrton Senna participou dela e morreu tragicamente chocando-se contra o muro na famosa curva Tamburello.


07 . Riccardo Paletti, em Montreal



O grande sonho de Riccardo Paletti era o de pilotar na Fórmula 1, sonho este que foi abreviado muito cedo.


Com o patrocínio da Pioneer, o piloto nascido em 1958 conquistou uma vaga numa pequena equipe italiana chamada Osella, equipe pela qual ele largou no Grande Prêmio do Canadá no dia 13 de junho de 1982.


Os olhos do mundo naquele momento estavam voltados para a Copa do Mundo na Espanha e o ânimo do autódromo não era dos melhores, afinal, Gilles Villeneuve passava a dar o nome do autódromo de Montreal naquele dia, pois tinha morrido recentemente num acidente na Bélgica um mês antes.


Didier Pironi, que conseguiu a pole position naquele dia, deixou a sua Ferrari morrer por conta da demora para o acendimento das luzes vermelhas e verdes. Ele tentou desesperadamente avisar a organização da prova que seu carro não estava pronto para a largada, mas foi ignorado.


Com a largada autorizada, quem vinha atrás desviou do jeito que deu, mas Raul Boesel atingiu as rodas de Pironi, assim como Eliseo Salazar e Jochen Mass que entraram na bagunça.


Paletti estava a 150 km/h e bateu de frente com Pironi, fazendo com que sua Osella fosse compactada, esmagando seu tórax. Pironi tentou ajudar Paletti, mas o carro do italiano explodiu em chamas.


Corajoso, Pironi ajudou os bombeiros a apagar o fogo da Osella.


Os resgatistas demoraram 25 minutos para tirar Riccardo Paletti das ferragens e o levaram de helicóptero para o hospital, onde já chegou morto, 2 dias antes de completar 24 anos.


06 . Elio de Angelis, em Castellet



Elio de Angelis pilotava sua Brabham-BMW de 1986, o BT55 Skate, no circuito Paul Ricard, quando a asa traseira do carro soltou enquanto ele estava em altíssima velocidade.


O carro com design bastante radical, com um assento extremamente baixo, perdeu tração traseira, capotou sobre uma barreira e pegou fogo.


De Angelis ficou preso dentro das ferragens do carro enquanto era asfixiado pelo gás que o fogo provocava, tendo sido prejudicado pela falta de fiscais na pista e a demora do helicóptero que o resgatou.


Apesar do fogo, o italiano teve “apenas” uma clavícula quebrada e queimaduras leves nas costas, mas a fumaça o prejudicou muito, provocando sua morte no hospital de Marselha 29 horas depois.


Seu lugar na equipe Brabham foi ocupado por Derek Warwick, pois o inglês foi o único piloto desempregado que não ligou imediatamente para Ecclestone, perguntando se havia vaga após a morte de Elio de Angelis.


05 . Roger Williamson, em Zandvoort



Jackie Stewart dizia que correr em Zandvoort era como andar numa corda bamba sobre uma banheira de gasolina com um charuto aceso.


O Grande Prêmio dos Países Baixos era extremamente inseguro e ficou fora do calendário em 1972 para reformas nas barreiras e áreas de escape.


No ano seguinte, em 29 de julho de 1973, Emerson Fittipaldi abandonava a corrida por não aguentar as fortes dores que desenvolveu após um acidente que sofreu nos treinos do dia anterior, mas Williamson, que largou em 18º seguia seu rumo em uma boa corrida para ele, onde pulou para 13º lugar logo nas primeiras voltas e aventou a hipótese de estar entre os 10 primeiros colocados.


Um pneu traseiro estourando no “S” de alta velocidade de Hondevlak destruiria não apenas seus sonhos, mas também sua vida.


A explosão provocada pelo pneu da March fez com que ele batesse no guard rail, virasse, se arrastasse pela pista e prendesse o piloto dentro do cockpit.


David Purley, que vinha logo atrás, parou seu carro para tentar desvirar o carro de Williamson, mas sem sucesso. Um único fiscal de pista chegou com um extintor para acabar com as chamas, mas era muito pouco. Purley pegou o extintor das mãos do fiscal para tentar apagar as chamas enquanto Williamson gritava por socorro, mas foi inútil e ele decidiu acenar para que os outros pilotos parassem, também sem obter sucesso.


Uma infeliz decisão do diretor de prova foi decisiva para a morte de Williamson.


Ao ver um piloto de capacete na pista, ele decidiu por não chamar auxílio de bombeiros no momento, pois confundiu David Purley com Roger Williamson naquela hora.


Quando o caminhão de bombeiros chegou para apagar as chamas, era tarde demais. Williamson já estava morto por asfixia e seu colega, David Purley, permaneceu perambulando em volta do seu carro totalmente desnorteado.


Roger Williamson tinha apenas 25 anos.


04 . Jochen Rindt, em Monza



Emerson Fittipaldi foi incumbido de amaciar uma Lotus 72 novinha e entregá-la a Rindt, mas durante os treinos ele acabou perdendo o ponto de freada na Parabólica, atingiu outro carro e destruiu a máquina, por sorte, sem sofrer ferimentos.


Por este motivo, Jochen Rindt, aos 27 anos e líder absoluto no campeonato daquele ano, teve que correr com um carro bem rodado e que foi modificado nas asas dianteiras e traseiras, ganhando 800 giros e ficando mais veloz.


Nos treinos de sábado, na mesma curva em que Emerson Fittipaldi bateu, Jochen Rindt perdeu o controle do carro e bateu num guard rail mal instalado na área de escape.


Como ele utilizava o cinto de quatro pontos ao invés do cinto de cinco, tática adotada para facilitar a fuga do carro em caso de incêndio, ele “escorreu” para a parte da frente do cockpit e foi enforcado pelo cinto.


Apesar de ter sido resgatado rapidamente, nada pode ser feito.


Seu óbito foi confirmado mais tarde no Hospital La Guardia de Milão.


No GP dos Estados Unidos, em Watkins Glen, com o atraso do candidato ao título, Jacky Ickx nos boxes, a quebra do motor de Jackie Stewart e o reabastecimento de Pedro Rodriguez, Emerson Fittipaldi garantiu a dianteira da prova, dando a primeira vitória do Brasil na Fórmula 1 e o título póstumo a Jochen Rindt, situação que desejamos que nunca mais se repita na categoria.


03 . Martin Donnelly, no GP da Espanha



Um dos acidentes mais violentos já ocorridos na Fórmula 1 não foi filmado, mas as fotos e vídeos posteriores ao ocorrido são aterradoras.


No dia 28 de setembro de 1990 Donnelly pilotava sua Lotus-Lamborghini no circuito de Jerez de la Frontera, na Espanha, quando perdeu o controle na curva Ferrari e atingiu o guard rail.


O carro de Martin Donnelly partiu ao meio, fazendo com que o corpo do piloto voasse e caísse no meio da pista, com o piloto desacordado e as pernas trançadas.


Nelson Piquet, um dos maiores pilotos da história, vinha logo atrás e desviou a tempo de não atropelar o corpo estendido no chão.


O Doutor Sid Watkins, médico oficial da Fórmula 1, agiu rapidamente, ressuscitando Donnelly de uma parada cardíaca.


Ele teve traumatismo craniano, fraturas na perna direita, no fêmur da perna esquerda, na clavícula direita, na tíbia, na fíbula, lesões nos pulmões e também no pescoço.


Apesar da gravidade do acidente, depois de uma longa recuperação, ele voltou a trabalhar com o que amava, o automobilismo.


02 . François Cevert, em Watkins Glen



Em 6 de outubro de 1973 a carreira e os olhos azuis de François Cevert deixavam de brilhar.


O homem que era considerado um galã por muitas fãs da Fórmula 1 e que seria o substituto de Jackie Stewart como número 1 da equipe Tyrrell foi vítima de um guard rail mal montado em Watkins Glen.


Jack Stewart iria se aposentar após o final daquela corrida e passar o bastão para Cevert, um dos poucos que sabia que o tricampeão iria pendurar o volante.


Albert François Cevert Goldenberg perdeu o controle do carro em uma curva e avançou violentamente sobre um guard rail. O problema é que o guard rail estava sem uma das suas 3 partes naquela parte do circuito, justamente a de baixo, o que fez com que seu carro entrasse embaixo dos ferros, fazendo com que a parte de cima decepasse a cabeça do piloto e destruísse o restante do seu corpo, um acidente selvagem.


Emerson Fittipaldi, que viu o resultado do acidente, foi para os boxes inconsolável e Jackie Stewart, amigo de Cevert, abandonou as pistas naquele momento, não correndo pela centésima vez naquele final de semana.


01 . Helmuth Koinigg, em Watkins Glen



Um ano depois da trágica morte de Cevert, o mundo da Fórmula 1 seria assombrado novamente por uma morte trágica provocada por um guard rail.


A Surtees de Helmuth Koinigg perdeu o controle no mesmo local em que Cevert perdeu, entre as curvas 3 e 4, conhecidas como “The Esses”, fazendo que o piloto passasse reto até atingir um guard rail que o decapitou.


A cabeça do jovem de 25 anos foi encontrada alguns metros adiante.


O brasileiro Emerson Fittipaldi sagrou-se bi-campeão da categoria neste dia.


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