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Juiz Federal que suspendeu aumento dos combustíveis já tem 78% das intenções de voto

O novo juiz herói do Brasil tem nome e atua no Distrito Federal. Renato Borelli concedeu uma liminar que suspendeu o aumento dos combustíveis em todo o país. Na decisão, o juiz citou que o governo federal não pode “sob a justificativa da arrecadação, violar a Constituição Federal” e disse que o decreto é ilegal. Com isso, Borelli já possui 78% das intenções de voto em 2018.


De acordo com uma pesquisa realizada pelo Núcleo de Pesquisa da América Latina, o NuPAL, o juiz já ultrapassa grandes nomes da política nacional na disputa pela presidência no ano que vem e seria eleito no primeiro turno. Borelli não oficializou a candidatura, mas deu a entender que, se as pesquisas continuarem apontando uma possível vitória, ele poderá baixar, inclusive, a bola de Temer e assumir a presidência já em 2017.


A popularidade do novo juiz estrela, no entanto, tem irritado outro nome famoso entre os juízes, que estaria se sentindo ameaçado com a popularidade repentina e uma possível concorrência no coração dos brasileiros. Sem citar nomes, uma fonte garantiu que em Curitiba, um juiz já estuda baixar o preço do Kinder Ovo e do pacote HBO durante a temporada de Game Of Thrones.



Como de costume, Trump já começa o mandato com um monte de gente indo pra rua

Velhos hábitos nunca morrem. Trump mal acabou de assumir a presidência dos Estados Unidos e agiu como costumava fazer no programa “O Aprendiz”: já colocou um monte de gente na rua. São milhares de pessoas nas ruas de Washington (e de várias cidades americanas) querendo demitir o Presidente em seu primeiro dia de emprego.


Trump anunciou que se os protestos violentos continuarem em Washington ele mandará construir um muro em volta da Casa Branca e o muro deverá pago pelos protestantes.



As 7 piores gafes de Temer (até agora)

Saudá-lo-emos. Em pouco mais de cinco meses de governo, o presidente Michel Temer já acumula uma lista de gafes de respeito. Quem sentia saudade de estocar o vento, pode estocar as bolas fora do presidente. A seguir, uma coletânea com as melhores gafes de Temer até agora. A última foi hoje, e é nossa primeira da lista:


Real virou cruzeiro


Durante uma solenidade da saúde, Temer disse que o governo tinha economizado 800 milhões de cruzeiros. Trocar as palavras assim já é demais mesmo para quem vive chamando golpe de impeachment.



 


Eu sou sincero


Pouco depois de uma entrevista no Roda Viva, da TV estatal, Temer não mediu palavras e disse ao repórter: eu cumprimento vocês por mais essa propaganda. Veja no minuto cinco do video abaixo.


 


Pastilha!


Bem no discurso da posse, o presidente engasgou e ficou com uma voz demoníaca. Em seguida, clamou por pastilha. Sinistrooooo.


 


Câncer útil


Em visita ao governador do Rio, que se recuperava de um câncer, Temer resolveu bancar o engraçadola. Ele disse que o câncer tinha feito bem ao governador, que “parecia mais bonito”. Bonito, hein, seu Temer…


Que rei sou eu?


O presidente confundiu os reis. Em entrevista ao Globo, ele disse que se sentia assim sentado na cadeira de presidente:


— Eu me sinto aqui como Carlos Magno. Quando eu tinha 11 anos de idade, eu ganhei um livro chamado “Carlos Magno e os 12 cavaleiros da Távola Redonda” e eu li aquele livro e era assim: os doze cavaleiros”.


Rei Arthur manda lembranças.


Golpe, que golpe?


Durante uma entrevista a Roberto D’Ávila, Temer falava sobre o uso do avião pela ex-presidente Dilma quando saiu-se com uma pérola. Ele disse que Dilma usaria o avião “denunciando o golpe”. Depois ainda postou no twitter a mesma frase, sem colocar nem um “suposto” antes do golpe. Ato falho…



Foi pavoroso


Temer fez silêncio de três dias sobre o massacre. E, quando abriu a boca…. Era melhor que ele tivesse ficado calado. Classificou as mortes como “acidente pavoroso”. Diante da gritaria geral, ainda usou o twitter para tentar se defender.



Faltou o exemplo para entender melhor. A gente ajuda: “Temer assumir a presidência foi um acidente pavoroso”.


Dilma Rousseff curtiu isso



 


 


 



6 a 3 é o novo 7 a 1, alertam especialistas

Após mais uma derrota humilhante, o povo brasileiro já tem um novo substituto para o 7 a 1 sofrido para a Alemanha na copa de 2014. O 6 a 3 que aconteceu no plenário do STF em favor da manutenção de Renan Calheiros na presidência do Senado Federal, mesmo sendo réu em processo em que é acusado de desvio de dinheiro público, é o mais novo vexame nacional.


Os votos de Celso de Mello, Dias Toffoli, Teori Zavascki, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia nos doeram tanto quanto os gols de Müller, Klose, Toni Kroos, Khedira e Schürrle. Os votos contra a permanência de Renan de Edson Fachin, Rosa Weber e Marco Aurélio tiveram o mesmo efeito do gol de Oscar aos 90 minutos: não serviram pra nada.


Mesmo não podendo assumir a presidência da República, apesar de estar em segundo na linha sucessória, Renan está livre e desimpedido para presidir a votação da PEC 55. E a população brasileira segue  com a sensação de que todo dia é um 6 a 3 diferente.



Tiririca pode se tornar presidente em caso de impeachment por causa da Lava Jato

 



Nem Temer, nem Aécio. Caso a Dilma sofra impeachment o próximo presidente do Brasil será o palhaço Tiririca. Para que tal feito aconteça as investigações derivadas do processo de impeachment precisam comprovar que o dinheiro das propinas da Petrobras alimentaram o caixa de campanha da chapa Dilma Rousseff e Michel Temer. Neste caso não é apenas a Dilma que sofreria o impeachment, e sim, ela e seu vice.


Desta maneira quem assumiria o poder seria o presidente do Senado, Renan Calheiros. No entanto o mesmo é alvo de investigação na operação Lava Jato, e isso o tornaria inapto para assumir o cargo. O próximo na linha sucessória seria Eduardo Cunha, que pelo mesmo motivo não poderia assumir a presidência. Na sequência assumiria o deputado federal mais votado, que no caso é Celso Russomano, porém ele foi condenado por peculato em 28/11/2015, o que também o tornaria inapto para assumir a presidência. O segundo deputado federal mais votado do Brasil é o senhor Francisco Everardo Oliveira da Silva, que com mais de 1,5 milhão de votos pode se tornar o primeiro palhaço presidente na história do ocidente.


Fica aqui a dica para quem acha que voto é lugar para brincadeiras. Por conta de um voto engraçadinho o povo pode ter como presidente um senhor que não possui a menor habilidade intelectual para governar uma nação.


VEJA TAMBÉM: Dois jovens mostram como por meio da inovação e do empreendedorismo conquistaram o primeiro milhão em 2015




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