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Resultado da busca por: "antropólogo"

O que você vê nessa foto pode revelar muito sobre você

Depois que o vestido branco e dourado (ou era azul e preto?) plantou a semente da dúvida na internet, todas as imagens que surgem e causam qualquer tipo de confusão entre os internautas, acaba virando pauta. Nessa semana uma foto fez muita gente duvidar de sua pureza e segundas intenções colocaram à prova até mesmo o maior dos santos. Num primeiro olhar, o que você vê?


Antropólogos, psicólogos, cientistas e até a sua tia que tem Facebook se reuniram nesta manhã na sede da ONU para decifrar o enigma da foto. Após horas de estudos, a conclusão que se chegou é que o que você vê na foto é, na verdade, um reflexo de quem você é por dentro.


“As pessoas usam signos para definir outras pessoas, quando essa foto mostra muito mais quem elas verdadeiramente são do que os signos” afirmou John Mcloy, chefe de pesquisa.


Veja a foto e lembre-se: nem tudo é o que parece ser.


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Olhou bem? O que você viu primeiro define quem você é.



Ditado ‘ladrão que rouba ladrão…’ é cancelado após roubo interno no setor de propinas da Odebrecht

O empreiteiro Marcelo Odebrecht disse em sua delação premiada que a falta de controle no “setor de propina” da empresa fez com que os próprios funcionários roubassem dinheiro público desviado. (Não, não é invenção do Sensacionalista. Aqui está a matéria real).


Ao saber disso, a Associação Brasileira para Manutenção dos Ditados Populares anunciou que revisará sua lista de ditados em circulação. O famoso “ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão” estará cancelado até segunda ordem. Em seu lugar entrará o ditado “ladrão que rouba propina também está matando crianças e doentes” como forma de coerção


“A gente sabe que não rima e não tem o mesmo apelo, mas achamos que é uma forma de educar”, disse o antropólogo Paulo Peixoto, responsável pela instituição.


“Estamos nos atualizando. Nos últimos anos cancelamos grande parte dos ditados machistas como ‘À mulher casada o marido lhe basta’ e ‘Em briga de marido e mulher não se mete a colher’, que foi substituído por ‘Agressão doméstica não é brincadeira, meta a colher e chame a polícia'”.



Além de vacina da febre amarela, vergonha na cara também está em falta no Rio

Servidores estaduais sem receber salários em dia, aposentados a ver navios e agora a vacina da febre amarela que, mal chegou perto do Estado, já está em falta. Diante deste cenário, especialistas detectaram algo que também não tem sido encontrado no poder público do Rio: vergonha na cara.


“Essa escassez já está ocorrendo há muito tempo, mas com o passar dos anos foi piorando, até que no momento a vergonha está completamente extinta no estado”, diz Roberto de Souza Leão, antropólogo que já não tem universidade porque a Universidade Estadual do Rio de Janeiro está abandonada. “Além da vacina da febre amarela, deveriam criar uma vacina para a falta de caráter dos políticos”.



Nova coleção da Melissa pode substituir métodos anticoncepcionais, diz especialista

A celebrada marca de sandálias femininas Melissa, um dos ícones dos anos 80, lançou uma coleção que dividiu os internautas. 


Considerada “conceitual demais” por alguns influenciadores, os calçados foram atacados sem razão, de acordo com um especialista. 


“Esta nova coleção está alinhada com a necessidade de se atentar para o controle populacional”, diz o antropólogo Sandro Matias, do Instituto Tecnológico da Aeronáutica. 


“Além da sandália com a pomba do espírito santo, que remonta a valores de pureza e da bota de cantora sertaneja gospel, que invoca um estilo de vida cristão que espera para fazer sexo após o casamento, eles lançaram uma pochete, sinal claro de que o objetivo é evitar o intercurso sexual”, completou. “A Humanidade agradece.”


Segundo pesquisas, o uso de pochete em homens é 130% mais eficaz como método anticoncepcional do que a vasectomia, a camisinha e a tabelinha combinados.”


M Zorzanelli



Comprovado: ficar amontoado em volta da esteira não faz a bagagem vir mais rápido.

Seu avião chegou e você tem pressa de deixar o aeroporto – esteja a passeio ou trabalho. Então você passa a frente de outros passageiros no caminho da esteira, quase tropeça na escada rolante e corre até a devolucão das bagagens para poder ficar bem perto da esteira. Fica ali por 10, 15, 30 minutos, ou mais, disputando cada espacinho com seu carrinho.



Pois cientistas da Universidade de Connecticut, depois de dez anos de intensas pesquisas, comprovaram: fazer tudo isso não adianta, em nada, a chegada das bagagens.


“É um fenômeno bem parecido com o do embarque dos passageiros no avião, quando as pessoas fazem fila, esquecendo que os lugares são marcados”, diz Louis Fischer, antropólogo e chefe do estudo. “Ou seja: um pensamento condicionado – e absolutamente idiota”. Fonte.

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