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Rorschach, o anti-herói mais LÚCIDO do Universo DC

Rorschach é, sem sombra de dúvidas, um dos personagens mais fascinantes de todos os universos das HQs, sendo DC ou sendo Marvel.


Rorschach


Walter Joseph Kovacs era filho de Sylvia Kovacs, uma prostituta, e de um desconhecido chamado “Charlie”. Aparentemente o pai foi comprar cigarro.


Sua mãe era agressiva com ele, fazendo que com sua infância fosse muito difícil e ele aprendesse a usar a violência como forma de se comunicar.


Após espancar um garoto, deixando-o cego e arrancar a orelha de um outro, o Conselho Tutelar recolheu o pequeno Walter e o levou para um orfanato onde ele desenvolveu talento para educação religiosa, política e literatura, tendo aprendido também a lutar boxe, lutas de rua e praticar ginástica artística, o que o auxiliou na sua agilidade e flexibilidade.


Kovacs terminou a escola e conseguiu um emprego de arrumador de vestuários numa loja de vestidos, onde ele conheceu um tecido criado pelo Dr. Manhattan, um tecido que possuía líquidos que eram sensíveis ao calor entre as camadas de látex, produzindo cores preta e branca similares ao Teste de Rorschach.


Ele recuperou o material de um vestido que tinha sido usado por uma jovem italiana chamada Kitty Genovese. Dois anos depois, Kitty foi sexualmente abusada e assassinada, mas não gerou grande comoção dos seus vizinhos.


A apatia da vizinhança fez com que Kovacs desenvolvesse nojo da sociedade, fazendo uma máscara a partir do tecido do vestido da moça e começasse a trabalhar como o detetive/vigilante Rorschach, um benfeitor que, naquela altura, deixava os criminosos vivos para que as autoridades os punissem.


No ano de 1975 ele investigou o sequestro de Blair Roche, uma menina de apenas 6 anos de idade.


Ele prometeu aos pais dela que à devolveria viva.


Ao investigar a situação, ele quebrou o braço de um suspeito durante um interrogatório para conseguir informações do paradeiro da menina, chegando a uma loja de costura aparentemente abandonada. Durante a busca por indícios da garotinha, Rorschach encontrou peças íntimas de uma criança no forno da casa, sinais de luta, várias facas em uma gaveta, com uma manchada de sangue humano e, posteriormente, dois cães brigando por um osso humano com um sapato de criança pendurado no quintal.


Ele mata os cães, apaga todas as luzes e aguarda o assassino da menina, Gerald Grice, de 53 anos.


Quando o homem chega, se assusta e apanha, sendo posteriormente preso a um pedaço de ferro enquanto Walter Kovacs joga gasolina sobre seu corpo.


Depois de uma sessão de tortura, Gerald Grice admite o crime e, pensando que Walter Kovacs é um policial, pede para se entregar.


Você já percebeu que é comum nos filmes americanos que os criminosos se entreguem? Isso é algo esquisito e para nós parece um tanto pastelão, mas isso faz parte do plea bargaining, uma negociação de culpa que faz com que o criminoso tenha sua pena abrandada.


Não funcionou com Rorschach, ele jogou uma serra para o bandido e disse que se ele quisesse sair dali, teria que serrar a própria mão.


Impaciente, ele ateou fogo no bandido e ficou esperando a polícia chegar, coisa que não aconteceu até o amanhecer.


Toda a esperança de um mundo melhor morria ali, junto com Walter Kovacs, que agora seria para sempre apenas Rorschach.


“Às vezes, para fazer as coisas direito você tem que fazer coisas erradas. Estou disposto a fazer essas coisas. Eu sempre estive disposto a fazê-las.” – Rorschach


O fato é que dali pra frente ele se tornou o que muita gente gostaria que a justiça fosse, um assassino de assassinos.


Essa ideia de ser uma espécie de justiceiro não é nova e a Marvel também bebe desta água, através do Punisher (em bom português, justamente o justiceiro) , mas convenhamos que na vida real esse tipo de “serviço” seria algo extremamente perigoso.


Quem garante que o assassino de assassinos será justo durante uma captura, julgamento e punição?


Rorschach e outros personagens do gênero nutrem a nossa fantasia no mundo fictício, mas convenhamos, na vida real qualquer um que se torna-se um justiceiro implacável passaria a produzir o próprio padrão de moral e sucumbiria ao poder de ter vidas nas suas mãos.


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Feliz 2020!

 



Agora que mais um ano está começando é hora de deixar o passado para trás e iniciar o futuro da melhor maneira.


Esqueça os erros, os fracassos, as decepções e as frustrações.

Esqueça tudo que foi mau e leve para o novo ano apenas as aprendizagens e as boas lembranças.


Comece o ano novo focando-se no futuro, nos seus sonhos.

Trace metas, recomece velhas lutas, estabeleça objetivos.

Não deixe que o passado atrapalhe o sucesso do futuro, nem impeça sua felicidade.


Feliz Ano Novo para você! Com muita positividade e alegria

comece mais um ano com um sorriso no rosto e uma atitude motivada!


Feliz Ano Novo!


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Augusto Nunes é chamado de covarde e comete ato covarde para provar que não é covarde

Após a covardia de dizer, em setembro, ao jornalista Glenn Greenwald e seu marido deputado David Miranda que seus filhos adotados deveriam ser entregues a um juizado de menores porque os pais trabalham, Augusto Nunes foi colocado frente a frente com o jornalista americano.


Depois de voltar a atacar Glenn pelo trabalho legal de divulgar as mensagens vazadas por uma fonte anônima e dizer que o outro mentia e que havia feito uma “ironia”, Glenn exaltou-se e chamou Nunes de “covarde” pelo menos cinco vezes. Em seguida, Augusto Nunes, para se defender da acusação de ser um covarde, cometeu um ato covarde – atingiu o rosto do americano com um soco – para provar que não é covarde.


Por sua maturidade, Augusto Nunes é quem deveria ser entregue ao juizado de menores para ver se lhe aparecem pais que lhe ensinem o que é decência e tolerância.


Já a Jovem Pan, que convidou Augusto Nunes sem avisar Glenn Greenwald, poderia fazer outras pegadinhas do tipo. Uma delas poderia ser convidar Jair Bolsonaro e o porteiro que diz ter ouvido sua voz para liberar a entrada de um dos suspeitos de matar Marielle Franco, por exemplo. Ou chamar Eduardo Bolsonaro e alguém que perdeu familiares após o endurecimento do regime ditatorial como o AI-5. Ou Ricardo Salles e as famílias nordestinas que não tem o que comer porque o ministério do Meio Ambiente não fez nada para barrar o vazamento de petróleo. Ou Carlos Bolsonaro e um psiquiatra.


(Marcelo Zorzanelli)



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