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A Conferência Da Discórdia

A Conferência Da Discórdia

A parte triste é que tem uma galera dando hate nos donos da loja por terem "acolhido" os republicanos, mas no final eu acho que teve um efeito positivo porque agora todo mundo conhece o Four Seasons Total Landscaping HuASuHASuAHSuAsh

10 vezes em que o Sensacionalista pareceu o site EGO

O anúncio do fim do site Ego pegou a internet de surpresa e deixou todo mundo de luto. A forma descontraída de fazer “jornalismo”, “informar” e deixar as pessoas “antenadas” com as últimas “notícias”, fez do Ego um dos portais mais acessados do país e a principal fonte de conteúdo inútil alternativo para leitores sedentos por novidades. Nós sentiremos saudade.


É indiscutível que o Ego criou uma linguagem própria, que influenciou a forma como a informação é transmitida em toda a internet. Muitos dos personagens que ilustraram nossas páginas ao longo dos anos surgiram, se alimentaram e se criaram por lá, isso garantiu que nós também tivéssemos bons momentos “Ego”.


Trouxemos para vocês as 10 vezes em que o Sensacionalista ficou parecendo o Ego:


01


Nana Gouvêa, uma das maiores musas de lá, também deu muito sua cara por aqui.


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02


Como esquecer dela? A subcelebridade que praticamente virou celebridade graças a insistência do Ego em mantê-la, semana após semana, em sua página inicial.


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03


Gracyanne virou musa no Sensacionalista também. Se você clicar aqui, poderá ler todas as matérias que fizemos ela, a mulher mais sarada do Brasil.


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04


Bons tempos em que um ex-BBB, ao sair da casa mais vigiada do Brasil, teria um lugar para ser acolhido e continuar aparecendo na mídia. Parece que só sobrou o TV Fama agora…


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06


O que seriam de Barbies e Kens humanos sem a exaustiva cobertura do Ego sobre suas cirurgias, vidas e até mortes? Estes personagens maravilhosos estariam para sempre enterrados no ostracismo. Temos muito a agradecer.


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07


Ele que já foi até candidato a deputado federal, não escapou dos dedos nervosos de nossos colegas redatores do Ego. Talvez uma das pessoas mais, digamos, intrigantes que tivemos o prazer de acompanhar.


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05


A categoria subcelebridade foi inventada pelo Ego. Basta ter aparecido uma vez ao fundo de uma foto ou ser parente de um famoso que você já possuía o direito de ser uma subceleb. Bons tempos.


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08


Ela, nossa grande estrela, que hoje caminha rumo à carreira internacional, também teve seu momento Ego. Nossa poderosa hoje pode estampar revistas estrangeiras, mas todo mundo se lembra onde tudo começou…


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09


Olha ela aí de novo. Que ~belo presente nós ganhamos!


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10


E por fim, mas não menos importante: as sub sub sub celebridades com carreiras meteóricas. Nós sempre iremos amar vocês.


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Quer ver a lista com as 15 melhores manchetes do Ego de todos os tempos?


0


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Tim Maia e Roberto Carlos: A melhor história de todas

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Texto copiado na íntegra do blog do André Barcinski

Em meio a esse bafafá sobre as mudanças que a Rede Globo fez no especial sobre Tim Maia, adicionando elogios ao “Rei”, ninguém lembrou uma das melhores histórias envolvendo os dois personagens.

O caso está em meu livro “Pavões Misteriosos – 1974-1983: A Explosão da Música Pop no Brasil” (Editora Três Estrelas) e me foi contado por Ritchie, personagem central do imbróglio.

Só para situar o leitor, o caso aconteceu no meio dos anos 1980. Em 1983, Ritchie havia lançado o LP “Vôo de Coração”, pela CBS. Somando as vendas do LP e do compacto de “Menina Veneno”, Ritchie se tornara o artista de maior sucesso do Brasil entre 1983 e 1984. Até então, apenas um artista brasileiro vendera mais discos que Roberto Carlos: os Secos e Molhados, em 1974. Mas nenhum artista da gravadora de Roberto, a CBS, o tirara do topo do pódio, e isso, segundo Tim Maia, teria causado uma reação fulminante por parte do “Rei”.

Aqui vai o trecho de “Pavões” em que o “Síndico” explica a Ritchie como funcionam as coisas no mundo encantado de Roberto Carlos:

O futuro parecia promissor para Ritchie: rico, famoso, e com um contrato de mais três discos com a CBS. Mas uma série de desentendimentos e crises acabaria por prejudicar sua carreira. Depois do sucesso de “Vôo de Coração”, ele nunca mais teria um LP entre os 50 mais vendidos do ano no Brasil. Quando foi gravar o segundo disco, “E a Vida Continua”, o cantor sentiu certa má vontade por parte da CBS. “Eles não divulgaram o disco, não pareciam interessados.” A música de trabalho, “A Mulher Invisível”, outra parceria com Bernardo Vilhena, fez sucesso nas rádios, mas logo sumiu das paradas. O LP vendeu 100 mil cópias, uma boa marca, mas pálida em comparação ao 1,2 milhão de “Vôo de Coração”. O disco seguinte, “Circular”, vendeu menos ainda: 60 mil.

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Ritchie ficou perplexo. Não entendia como havia passado, em tão pouco tempo, de prioridade a um estorvo na CBS. Até que leu uma entrevista de Tim Maia à revista “IstoÉ”, em que o “Síndico” afirmava que Roberto Carlos, o maior nome da gravadora, havia “puxado o tapete” de Ritchie. “Eu não podia acreditar. O Roberto sempre foi muito carinhoso comigo, sempre fez questão de me receber no camarim dele, sempre me tratou muito bem. Até hoje, não acredito que isso tenha partido do Roberto.”

Um dia, Ritchie foi cumprimentar Tim Maia depois de um show no Canecão. O camarim estava lotado. Assim que viu Ritchie, Tim gritou: “Agora todo mundo pra fora, que vou receber meu amigo Ritchie, o homem que foi derrubado da CBS pelo Roberto Carlos”. Claudio Condé, da CBS, nega: “Isso é viagem. O Roberto nunca teve esse tipo de ciúme”.

Para piorar a situação, Ritchie havia comprado briga com outro peso-pesado da indústria da música: Chacrinha. Por um bom tempo, o cantor havia participado dos playbacks que o Velho Guerreiro promovia em clubes do subúrbio do Rio de Janeiro, mas essas apresentações começaram, gradativamente, a atrapalhar a agenda de shows de Ritchie. “O filho do Chacrinha, Leleco, marcou um playback comigo, a Alcione e o Sidney Magal no estacionamento de um shopping, mas eu tinha um show de verdade em Belo Horizonte, e meu empresário disse que eu não poderia comparecer.”

Resultado: Ritchie passou a ter cada vez mais dificuldades em aparecer na TV e viu notinhas maliciosas plantadas em colunas musicais. Uma delas dizia: “O artista inglês Ritchie, tão bem acolhido pelos brasileiros, se recusa a trabalhar com artistas brasileiros”. “Fiquei puto da vida.” Em janeiro de 1985, Ritchie, o maior vendedor de discos do Brasil no ano anterior, foi ignorado pelo Rock in Rio. “Aquilo me deixou arrasado. Lembro que um dos organizadores do festival deu uma declaração de que eu ‘nem brasileiro era’. Como pode uma coisa dessas?”

Ritchie estava tão por baixo na CBS que a gravadora concordou em rescindir seu contrato, mesmo faltando um disco. O cantor assinou com a Polygram e lançou, em 1987, o compacto de “Transas”, tema da novela global “Roda de Fogo”. “Transas” vendeu muito bem, mas o primeiro LP pela Polygram, “Loucura e Mágica”, não passou de 25 mil cópias. Em três anos, Ritchie fora de maior astro do Brasil a fracasso de vendas, tornando-se um exemplo marcante da efemeridade dos fenômenos pop.

Anos depois, quando fazia um show em Angra dos Reis, o cantor foi procurado por um homem, que se apresentou como radialista e lhe disse: “Há anos quero te contar um caso: quando você lançou ‘A Mulher Invisível’, aconteceu algo que eu nunca tinha presenciado em mais de 30 anos trabalhando em rádio: eu ganhei um jabá da sua própria gravadora para não tocar sua música!”.

O post Tim Maia e Roberto Carlos: A melhor história de todas apareceu primeiro em Sedentário & Hiperativo.

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