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10 coisas que eu aprendi com o seriado Chaves

Para quem gosta do seriado Chaves, a lista que segue abaixo vai ser um banho de nostalgia e ensinamentos.


Se você preferir, pode ouvir e ver ela neste vídeo preparado para quem prefere o Youtube.


vídeo do Chaves aqui


01 . A vingança nunca é plena, mata a alma e à envenena


seriado Chaves


Todos sabemos o alto preço de gastar energia buscando por vingança e o Seu Madruga foi categórico ao proferir as belas palavras “A vingança nunca é plena, mata a alma e à envenena”.


02 . Pobreza não é sinônimo de criminalidade



O seriado Chaves mostra que apesar dos problemas da vida tentarem fazer com que o Chaves rume para o mau caminho, ele sempre acaba ficando do lado do bem e nas poucas vezes que faz algo errado, é sempre de uma forma que permite que ele se redima.


03 . A infância é a melhor fase das nossas vidas



Grande parte da série é baseada em mostrar adultos interpretando crianças e se tem um ensinamento explícito ali é o de que quando somos crianças, tudo é novo e tentamos moldar o mundo aos nossos pensamentos, mas no final das contas, estamos apenas em fase de aprendizagem, descobrindo que a vida não é fácil.


04 . É preferível morrer do que perder a vida



Essa frase pode parecer boba num primeiro momento, mas nem todo mundo que está vivo, está de fato vivendo.


05 . Partilhar é necessário



Não são raros os momentos de Chaves em que aprendemos que devemos sempre partilhar o que lucramos, nossos alimentos e até mesmo a nossa atenção.


Em vários dos episódios o Chaves estava esfomeado e alguém dividia o que tinha com ele por ver que ele precisava.


06 . É importante pensar antes de falar



É bem comum que o Chaves fale algo sem pensar e isso nos ensina que devemos ouvir muito antes de decidirmos falar, pois uma fala mal interpretada ou impensada pode causar uma grande confusão.


07 . O poder da generosidade



Você já percebeu que o Senhor Barriga está sempre cobrando o Seu Madruga, mas são raros os momentos em que ele realmente despeja o mesmo?


O seriado Chaves expõe que o Senhor Barriga sabe que tem muito dinheiro e, por este motivo, perdoa a maior parte das dívidas do Seu Madruga pelo bem dele e da sua filha.


É claro que não pagar o aluguel é algo totalmente errado, mas é visível que, por muitas vezes, o Senhor Barriga entende que tem muito mais e que pode partilhar o imóvel.


08 . A família é a base de tudo



Chaves não tem uma família pra chamar de sua, ele vive num barril no meio da vila e todo mundo tem algum contato com ele, mas fica claro que ele considera todas as pessoas que o cercam como sua família.


Seu Madruga e Chiquinha, Dona Florinda e Quico, Senhor Barriga e Nhonho e até a solitária Dona Clotilde são pessoas em configurações diferentes de família que podem ser consideradas a família do Chaves.


No final das contas, as famílias sempre se ajudam.


09 . Devemos respeitar os mais velhos



Já faz algum tempo que vemos todo mundo falando que devemos ouvir os jovens, mas que me perdoem os que amam as ideias da juventude, mas sábios mesmo são os mais velhos.


Percebam que a ingenuidade das crianças da vila contrasta com a sapiência dos mais velhos, que são considerados autoridades no local.


Eles nem sempre estão certos, mas, na medida do possível, são respeitados.


10 . A vida em sociedade é importante



Por mais que muitas pessoas evitem viver plenamente em sociedade, nós precisamos dos nossos familiares, amigos e vizinhos e Chaves ensina que isso não é uma escolha, mesmo as pessoas mais solitárias, no final das contas, precisam dos outros para viver bem.


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JORNAL DA DIVA: Caso Flordelis, Anabelle Foragida, Gabi Martins com COVID19

Se agosto é sempre o mês mais longo do ano a gente não sabe, mas o de 2020 chegou e passou bem rapidinho! Apesar disso, o mês foi marcado por vários casos que mereceram a nossa atenção e entraram no Jornal da Diva! Será que a Annabelle vai passar frio com os bonecos de neve lá no sul do país?

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Presos usam ‘Photoshop’ no celular para fingir que estão na balada

Imagina você com a galera naquela balada irada… Aquele goró de responsa… Só música boa, uma atrás da outra… Todo mundo na beca Tem que registrar esse momento especial, né? Quem pega o celular?


Sorria! Essa vai direto pro Face, direto pro Zap


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Ué, mas cadê o cotovelo do cara à esqueda?


É… Eles não estavam na balada. Celular, bebida, roupa… O resto todo existia. Mas os três da foto estavam atrás das grades no Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) de Macapá, no Amapá. A farsa foi descoberta pelos policiais da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) da Polícia Civil do estado.


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“Chegou ao nosso conhecimento que alguns presos do regime fechado estariam em posse de alguns telefones e usando pra acessar a internet, redes sociais e outras práticas, algumas ilegais”, disse o delegado Anderson Silwan, responsável pela operação, ao site Seles Nafes. “Chamou muito a nossa atenção o fato dos internos estarem inclusive editando as fotografias no celulares.”



Sensacionalista investiga vídeo do menino que salvou seu irmão gêmeo preso embaixo de um armário

Os irmãos gêmeos Bowdy e Brock, de dois anos de idade, estão por toda a internet depois que um vídeo, feito por uma câmera de segurança, flagrou Bowdy salvando seu irmão que estava preso embaixo de um armário. Nem todo herói usa capa, alguns estão de pijama e prontos para dormir. Ao perceber o acidente, Bowdy rapidamente ergueu o móvel e resgatou Brock das garras do armário do mal.


Veja: 


O vídeo viralizou, já possui quase 4 milhões de visualizações e acabou chamando a nossa atenção. Se tem uma coisa que você, leitor do Sensacionalista, já deve ter aprendido, é que nem tudo na internet é o que parece ser. Por esse motivo, nós resolvemos investigar o vídeo a fundo e chegamos à algumas conclusões:


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O armário, quando em pé, fica na frente das únicas duas tomadas que se vê no vídeo. Todo mundo sabe que as crianças de dois anos hoje em dia precisam de tomadas para carregar seus iPhones, iPads e computadores.


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Os meninos estão usando roupas iguais, o que já nessa idade é inaceitável! Vai ver o armário caiu quando um deles decidiu que estava na hora de conquistar sua individualidade e vestir uma roupa diferente.


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Falando em roupas iguais, você percebeu que eles estão com roupas de dormir? O quarto está bem claro, mas como eles não têm altura suficiente para acender a luz, é bem provável que ainda seja dia. O quarto iluminado também facilita que a câmera capture muito melhor as imagens, certo?


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O menino não teve forças pra levantar o armário, mas empurrou o armário facilmente, quase como se uma base embaixo do armário ajudasse Bowdy a salvar o dia. No mínimo estranho, vai…


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Os brinquedos no quarto são muito suspeitos, já que estão todos inteiros. Uma criança que derruba um armário mas não arranca a cabeça de nenhum boneco? Suspeito.


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As paredes estão limpas. Todo mundo que tem criança em casa sabe que é impossível manter as paredes longe de giz de cera, lápis e canetinhas hidrocor. Vocês terão que ser melhores que isso pra nos enganar, tá?


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O pai dos gêmeos, Ricky Shoff, trabalha em uma empresa de monitoramento domiciliar. Que conveniente, não? Aposto que as vendas da empresa dispararam após o vídeo se tornar viral…


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E, convenhamos, o salvamento todo não faz nenhum sentido, já que a gente sabe que um irmão sempre quer ver o outro se ferrar, né? Na vida real ele esperaria os pais entrarem no quarto só pra falar “OLHA SÓ O QUE ELE FEZ! EU DISSE QUE ISSO IA DAR MERDA!”.


Nossa conclusão: o vídeo é fake. O pai quer promover a empresa de monitoramento domiciliar e os meninos devem odiar a família, que os obriga a usar a mesma roupa e dividir a mesma cama. Fique atento para futuras análises de vídeos suspeitos pelos detetives virtuais do Sensacionalista.


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Crítica Pixels ? Cine Verité por Rafaela Gomes

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A nostalgia oitentista está ai, mais viva do que nunca. Nos últimos três anos temos vistos muitas paixões da época voltarem ao cinema, de uma forma ou de outra. Seja com a animação “Detona Ralph”, feita para crianças, mas atraente mesmo para adultos, seja com remakes de clássicos adorados e até então intocados, como “Robocop” e “Os Caça-Fantasmas” (ainda em pré-produção). A época está em alta. Todo mundo quer tirar uma casquinha dos anos 80 e qualquer produção que traga algum vestígio, sombra ou gostinho dos maneirismos da época, ganha nossa atenção. Quem nasceu ou cresceu nesta década entende melhor do que ninguém por que fomos atraídos para assistir a mais nova produção de Adam Sandler, “Pixels”.
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Diante do trailer, não sabemos muito bem do que “Pixels” se trata. Existe um tom apocalíptico e viés oitentista, mas nada além disso é explicado ou melhor explorado no curto tempo. E, de fato, não necessariamente existe essa necessidade de soar explicativo em um trailer. E como produções que seguem a linha apocalíptica também estão em alta (“Jogos Vorazes”, “Elysium” e “Oblivion”), Adam Sandler conseguiu nos cativar sem dizer nada. Talvez também porque o filme não tenha nada a dizer.

Dentro da trama, o mundo se torna uma enorme tela de fliperama, onde o alvo é a dizimação do planeta e, consequentemente, da raça humana. O futuro está nas mãos dos Arcaders, os jogadores de fliperama Sam Brener (Adam Sandler), Ludlow Lamonsoff (Josh Gad) e Eddie Plant (Peter Dinklage), com o apoio da coronel Vanessa "Van" Pattern (Michelle Monaghan) e do presidente William Cooper (Kevin James). Com a expertise desses personagens, eles vão lutar contra os mais populares jogos do Atari, Galaga, Frogger, Space Invaders, Pac-Man, Centopeia e o clássico da Nintendo, Donkey Kong.

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Como comédia, a produção não entrega momentos extasiantes, onde nos perdemos com tantos risos e momentos realmente engraçados. Ela possui seus vislumbres cômicos, alguns breves espaços no tempo onde nos divertimos, mas não segura esse ritmo até o final. Por se tratar de um filme composto única e exclusivamente por referências, tais memórias deveriam reativar aquele sentimento nostálgico que os nascidos e crescidos nos anos 80 carregam em si.

Cada lembrança, cada sacada oriunda da época deveriam nos levar de volta a uma deliciosa epifania, mas não é o que acontece. As piadas são um tanto vazias e não exploram com maior profundidade os maneirismos da época que até hoje ecoam por seu simbolismo. Como dito anteriormente, são vislumbres. Momentos que poderiam ser hilários, mas que não passam de engraçadinhos.

As referências em si são divertidas e contribuem para a experiência nostálgica no cinema, ainda que em linhas gerais ela seja fraca. Por se tratar de games muito famosos e que possuem um papel fundamental na construção cultural de toda uma década e geração, a comédia se firma nesse aspecto e talvez seja isso que faça com que alguns realmente aproveitem o filme em sala. Afinal, estar diante de clássicos pixelados em uma época onde os consoles cabem no bolso desperta uma sensação gostosa da infância que as gerações atuais perderam. E como todos temos uma válvula nostálgica, recordar é sempre viver.

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Mas a ideia do filme é muito boa, pois parte da premissa que une dois elementos exageradamente usados no cinema hollywoodiano atual e os satiriza, à medida que serve como um banquete nostálgico, para o deleite dos mais velhos. O problema está na execução dessa teoria, que não foi tão bem feita. Talvez a sombra que tem acompanhado os últimos filmes de Adam Sandler (ruins de bilheteria, sacadas cômicas e arrecadação) tenha pairado sobre “Pixels”, tornando a comédia, que tinha tudo para dar certo, em um filme que falha no principal ponto, que é ser realmente engraçado.

Ao final de tudo, estamos diante de uma produção que não extrai o melhor de nós, tão pouco entrega o melhor de si. Saímos da sala meio alheios ao que vimos, sem saber exatamente qual foi a sensação mais forte que sentimos: nostalgia, graça ou a falta dela. Com piadinhas bobinhas, “Pixels” é mais um filme meia-boca de Adam Sandler, que tinha tudo para ser realmente divertido, mas nos deixou à deriva, esperando pelo grande momento hilário. Na ficção, o mundo pode até ser salvo, mas na vida real, o comediante, que possui no currículo uma ótima trajetória iniciada com Saturday Night Live, está mais morto que os nossos amados clássicos oitentistas estão para a atual geração.

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